Angústia (Edição econômica)

Angústia (Edição econômica)

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501920492
Sinopse

Considerado um dos mais importantes romances brasileiros da década de 1930, Angústia, de Graciliano Ramos, estreia em nova edição de bolso. A única edição autorizada pelo Instituto Graciliano Ramos, que reverte parte dos direitos autorais à ONG Innocence Project Brasil.

 

Angústia tem como protagonista Luís Silva, um funcionário público de Maceió que, aos 35 anos, levava uma vida medíocre e sem grandes emoções até se apaixonar por Marina Ramalho e convencê-la a se casar com ele.

De início, a jovem demonstra certo interesse no relacionamento e no conforto material que o matrimônio poderia lhe proporcionar, mas, tão logo se desilude com o jeito bruto de Silva e suas grosserias, acaba trocando o noivo por Julião Tavares, um homem mais rico e poderoso. Consumido pelos ciúmes e pelo rancor, Silva se torna obcecado pela vida de Marina, enquanto sonha em eliminar o rival.

Narrado em primeira pessoa, o romance adota uma estrutura temporal não linear e segue o fluxo de consciência do narrador-personagem, aproximando o leitor dos intensos sentimentos provocados pelos conflitos internos e externos enfrentados por Luís Silva.

Publicado originalmente em 1936, no ano em que Graciliano Ramos ainda estava encarcerado sob a repressão do Governo Vargas, Angústia retorna agora em uma nova edição de bolso, reafirmando seu papel como uma das obras mais influentes da literatura brasileira.

ISBN978-850-192-049-2
Tradutor
Altura175 mm
Largura115 mm
Profundidade21 mm
Lançamento07/10/2024
Páginas448
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501920492
Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem tem quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros. Em 1938, escreveu o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região — melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça — como era carinhosamente tratado — faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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