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Marques Rebelo
Marques Rebelo, jornalista, poeta, contista, romancista e cronista, nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de janeiro de 1907. Sua infância dividiu-se entre o bairro de Vila Isabel e a cidade mineira de Barbacena, para onde mudou-se com a família aos 4 anos. Nunca lhe faltaram, no Rio ou em Minas, um terreno baldio para jogar futebol e livros para ler. No início dos anos 1920, ingressou na Faculdade de Medicina, que logo abandonou para se dedicar ao comércio em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Acumulou uma galeria de personagens, os quais mais tarde apareceriam em seus livros. Ainda na década de 1920, começou a escrever profissionalmente, no jornalismo. Publicou poemas nas revistas Verde, Antropofagia, Leite Crioulo e outras. Em 1931 sairia seu primeiro livro de contos, Oscariria. A obra-prima, A estrela sobe, é lançada em 1939. Com a decisão de se tornar ficcionista, tomou a de rebatizar-se. Edi Dias da Cruz explicou: "Nome de família muitas vezes atrapalha. Devido à campanha que fizeram contra os modernistas na Semana de Arte Moderna, justamente na época e por influência da mesma, senti que tinha vocação para a literatura e resolvi adotar esse pseudônimo, evitando assim sofrimentos para a família." Marques Rebelo foi o romancista do Rio de Janeiro, herdeiro do amor pela cidade de Manuel Antônio de Almeida, Machado de Assis e Lima Barreto. Suas obras retratam as transformações dos anos de 1930 a 1960, a vida noturna, a boemia e a sensualidade, uma deliciosa crônica das ruas, dos bondes, da pequena burguesia. Em 1964 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Marques Rebelo faleceu a 26 de agosto de 1973, no Rio de Janeiro, que tanto amou.
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