The best of Brazilian short stories

The best of Brazilian short stories

R$ 39,90
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ou 3x de R$ 13,30
Sinopse
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The best thing about Brazilian short stories is the coming together of four authors who are similar in their differences.

Exponents of 20th-century Brazilian fiction, they couldn't be further apart. Where Josué Montello is classic and regionalist, Aníbal Machado is modern in his approach to urban themes; where Rachel de Queiroz approaches the social context, setting the Northeast as the stage, Marques Rebelo walks the line between short story and chronicle of customs, portraying the Rio de Janeiro suburbs. It's better this way: this diversity is representative of much of the best literature produced in Brazil.

Different in so many aspects, the four authors seduce us with the same absolute mastery of language — that is what makes them similar in their differences.

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ISBN978-850-301-185-3
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade8 mm
Lançamento02/07/2013
Páginas144
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R$ 39,90
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Sobre o autor

Marques Rebelo

Marques Rebelo (1907-1973), pseudônimo de Eddy Dias da Cruz, nasceu no bairro de Vila Isabel, subúrbio do Rio de Janeiro, cenário constante em sua obra. Dedicou-se ao jornalismo a partir da década de 1920 e foi cronista não só da efervescência da Cidade Maravilhosa, mas também do Brasil e de viagens. Em 1964 foi eleito para a cadeira 9 da Academia Brasileira de Letras. A Editora José Olympio publica sua vasta obra, que inclui Oscarina, Marafa e O trapicheiro.

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Rachel de Queiroz
Sobre o autor

Rachel de Queiroz

Rachel de Queiroz (Fortaleza/CE, 1910 – Rio de Janeiro/RJ, 2003) ainda não tinha 20 anos completos quando publicou uma modesta tiragem de O quinze, seu primeiro romance. Tal era a força de seu talento que o livro despertou imediata atenção da crítica em todo o Brasil. Em 1939, mudou-se para o Rio de Janeiro, mas nunca deixou de passar parte de seu tempo em sua fazenda no sertão cearense. Cronista e romancista primorosa, Rachel de Queiroz escreveu peças teatrais e livros infantis enquanto também se dedicava ao jornalismo. Foi a primeira mulher a integrar a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira no 5, em 1977. Faleceu no Rio de Janeiro, aos 92 anos. A Editora José Olympio publica sua obra completa, entre eles os clássicos O quinze e Memorial de Maria Moura.

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Sobre o autor

Anibal Machado

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Mineiro, Aníbal Machado viveu por longo tempo no Rio de Janeiro, onde se tornaram famosas as suas domingueiras, que reuniam artistas como Oswald de Andrade, Pagu, Vinicius de Moraes e Di Cavalcanti, só pelo prazer de viver e conversar. Aníbal foi um apreciador do provisório, do circunstancial e desprezava, ao contrário, as sentenças e os dogmas. Numa de suas notas, diz que prefere o sentimento dramático do movimento ao sentimento do absoluto. Essa aversão pelas soluções fechadas e pelas imagens fixas ajuda a explicar a inquietação guardada em seus livros.

Foi um escritor realista, mas de um realismo temperado pela observação impressionista e pelo humor. Ele mesmo define: Humor, rebelião tranquila do espírito contra a miséria envergonhada da condição humana. Apegado ao passageiro e ao instável, Aníbal Machado pôde, assim, abrir espaço para sua fértil imaginação. Que se fixava, sempre, sobre o presente, desconfiando da utopia e da esperança. “As coisas ardentemente esperadas chegam frias’’, ele anota.

A literatura de Aníbal Machado está fortemente apegada à vida e a tudo o que ela tem de incompleto e quebradiço. Ele diz: O melhor momento da flecha não é o de sua inserção no alvo, mas o da trajetória entre o arco e a chegada. A preferência pelo passageiro o levou a uma postura existencialista, expressa na sentença: Viver é o mesmo que preparar-se para viver. E foi preparando-se para viver, mesmo sabendo que a vida completa e acabada nunca chega, que ele escreveu. Em trânsito, como um viajante, sempre de passagem, mas, por isso mesmo, disponível para o impacto das pequenas coisas. Aníbal Machado se via como um homem inacabado, em contínuo processo de mudança. Um homem movido pelo espírito da aventura.

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