Bela é uma aspirante a atriz com muitas ideias na cabeça e nenhum dinheiro no bolso. Vince é um mafioso de poucas palavras e reputação duvidosa. Quando esses mundos colidem, o maior risco não é se envolver com a máfia, é partir o coração no processo.
A vida amorosa de Bela está mais falida que sua conta bancária, o que é impressionante, considerando que ela está quebrada e muito perto de desistir da carreira de atriz. Como se não bastasse, ela ganhou recentemente a responsabilidade monumental de se tornar tutora de Hallie, a sobrinha de quatro anos.
Agora, o plano é simples: manter a vida funcionando pelos próximos meses. Não falir de vez. Não surtar.
Mas o plano não incluía um beijo acidental. Muito menos aquele beijo.
E, ainda por cima, acompanhado de uma confusão jurídica envolvendo uma família que não bate à porta antes de entrar — os Santini, a máfia mais tradicional de Chicago. Educados, barulhentos, impossíveis de ignorar.
No centro desse caos está Vince Santini: poucas palavras, olhar de tirar o fôlego e uma fama nada amigável. Ele é perigoso, fechado e exatamente o tipo de homem que Bela deveria evitar. Ela sabe disso e repete para si mesma com frequência impressionante. O problema é o magnetismo perturbador daqueles olhos.
Infelizmente, a atração não ouve argumentos racionais.
Entre encontros nada casuais, tensão que crepita no ar e o humor inevitável com que Bela enfrenta qualquer tragédia, nasce algo tão improvável quanto irresistível.
Porque alguns amores são proibidos. Outros são apenas perigosamente perfeitos.