Histórias de Alexandre

Histórias de Alexandre

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501078247
Sinopse

A única edição autorizada pelo Instituto Graciliano Ramos, onde parte dos direitos autorais são direcionados a ONG Inoccence Brasil.

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Alexandre é um “contador de causos” do sertão nordestino, é meio caçador e meio vaqueiro, alto, magro, já velho e com um olho torto. Nas 14 histórias divertidas de Histórias de Alexandre, esse homem cheio de conversas, conta acontecimentos muito verídicos, sem nenhum exagero e sempre primando pela honestidade.

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Neste nordeste anterior ao rádio e à televisão, era por meio de histórias fantásticas, transmitidas oralmente, que as pessoas se distraiam e dividiam seu folclore e suas tradições. Reunidos em torno de Alexandre, os ouvintes estão até dispostos a perdoas eventuais deslizes, principalmente quando sua mulher, Cesária, está sempre pronta a confirmar o que o marido diz...

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Agora, junte-se a seu Libório, ao cego Firmino, a Das dores e a todos os outros curiosos, para ouvir você também as histórias de Alexandre. Saiba como ele conseguiu amansar uma onça-pintada, comprar um papagaio advogado e salvar uma canoa furada, e mergulhe de cabeça nessas aventuras tipicamente brasileiras.

ISBN978-850-107-824-7
Tradutor
Altura180 mm
Largura180 mm
Profundidade8 mm
Lançamento13/04/2007
Páginas108
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501078247
Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem tem quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros. Em 1938, escreveu o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região — melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça — como era carinhosamente tratado — faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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