Confesso que vivi

Confesso que vivi

Autor: Pablo Neruda
R$ 99,90
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ou 3x de R$ 33,30
Sinopse

Em Confesso que vivi, o poeta chileno Pablo Neruda narra desde as memórias de sua longínqua infância até o duro golpe que derrubou Salvador Allende do governo chileno.

Através do apaixonante relato dos fatos mais interessantes de sua jornada, Neruda afirma que sua vida foi feita de todas as vidas: as vidas do poeta. Ele confessa: "Do que deixei escrito nestas páginas se desprenderão sempre ― como nos arvoredos de outono e como no tempo das vinhas ― as folhas amarelas que vão morrer e as uvas que reviverão no vinho sagrado."

Seja na prosa, seja na poesia, a intensidade lírica do poeta contagia e nos arrebata com sua habilidade literária.

ISBN978-852-862-396-3
Tradutor Olga Savary, Luís Carlos Cabral
Altura230 mm
Largura155 mm
Profundidade30 mm
Lançamento01/07/2019
Páginas504
Ver informações completas
R$ 99,90
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Sobre o autor

Pablo Neruda

Pablo Neruda (1904-1973) foi um poeta chileno, considerado um dos mais importantes escritores em língua espanhola. Filho de operário ferroviário e professora primária, perdeu a mãe ao nascer. Publicou seus primeiros poemas ainda na fase escolar, no jornal La mañana. Em 1923 publica Crepusculário e, no ano seguinte, Vinte poemas de amor e uma canção desesperada. Em 1927 é nomeado cônsul na Birmânia. Em seguida passa a exercer essa função no Sri Lança, Java, Cingapura, Buenos Aires, Barcelona e Madri. Em Buenos Aires, conheceu García Lorca, e, em Barcelona, Rafael Alberti. Em 1937, um ano após a eclosão da Guerra Civil Espanhola, retorna para o Chile e começa a produzir textos com temáticas políticas e sociais. Em 1939, é designado cônsul para a imigração espanhola, em Paris, e, pouco tempo depois, cônsul geral do México. Sua intervenção em parceria com o governo francês salvou centenas de refugiados espanhóis que imigraram para o Chile em um navio fretado. No México, Neruda escreveu Canto Geral do Chile, considerado um poema épico sobre as belezas naturais e sociais do continente americano. Em 1943, foi eleito senador da República. Comovido com o tratamento repressivo que era dado aos trabalhadores de minas, fez vários discursos, criticando o presidente González Videla. Passou a ser perseguido pelo governo e se exilou na Europa. Em 1952, publicou Os versos do capitão e, dois anos depois, As uvas e o vento. Recebe o prêmio Stalin da Paz em 1953. Em 1965, recebe o título doutor honoris causa da Universidade de Oxford (Inglaterra). Em outubro de 1971, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Durante o governo do socialista Salvador Allende, foi designado embaixador na França. Doente, retornou ao Chile em 1972. Faleceu doze dias depois do golpe militar que derrubou o presidente Salvador Allende.

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