FULGOR E MORTE DE JOAQUÍN MURIETA

FULGOR E MORTE DE JOAQUÍN MURIETA

Autor: Pablo Neruda
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sinopse
Fulgor e Morte de Joaquín Murieta é a única peça teatral escrita pelo poeta chileno Pablo Neruda, falecido em setembro de 1973. Surgido em forma de poesia na juventude do autor, foi posteriormente adaptado para os palcos – sem perder, no entanto, a beleza presente nos versos que valeram a Neruda o Prêmio Nobel de Literatura. É a história trágica de Joaquín Murieta, visto como herói pelo Chile e pelo México, reivindicadores ambos de ser o local de seu nascimento. Participando da corrida do ouro, na Califórnia, Murieta tem a mulher assassinada numa ação racista. A partir de então, jura vingança e se transforma num justiceiro – que inspirou a famosa lenda do Zorro.
ISBN978-852-860-071-1
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade11 mm
Lançamento24/06/1993
Páginas176
Ver informações completas
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Pablo Neruda

Pablo Neruda (1904-1973) foi um poeta chileno, considerado um dos mais importantes escritores em língua espanhola. Filho de operário ferroviário e professora primária, perdeu a mãe ao nascer. Publicou seus primeiros poemas ainda na fase escolar, no jornal La mañana. Em 1923 publica Crepusculário e, no ano seguinte, Vinte poemas de amor e uma canção desesperada. Em 1927 é nomeado cônsul na Birmânia. Em seguida passa a exercer essa função no Sri Lança, Java, Cingapura, Buenos Aires, Barcelona e Madri. Em Buenos Aires, conheceu García Lorca, e, em Barcelona, Rafael Alberti. Em 1937, um ano após a eclosão da Guerra Civil Espanhola, retorna para o Chile e começa a produzir textos com temáticas políticas e sociais. Em 1939, é designado cônsul para a imigração espanhola, em Paris, e, pouco tempo depois, cônsul geral do México. Sua intervenção em parceria com o governo francês salvou centenas de refugiados espanhóis que imigraram para o Chile em um navio fretado. No México, Neruda escreveu Canto Geral do Chile, considerado um poema épico sobre as belezas naturais e sociais do continente americano. Em 1943, foi eleito senador da República. Comovido com o tratamento repressivo que era dado aos trabalhadores de minas, fez vários discursos, criticando o presidente González Videla. Passou a ser perseguido pelo governo e se exilou na Europa. Em 1952, publicou Os versos do capitão e, dois anos depois, As uvas e o vento. Recebe o prêmio Stalin da Paz em 1953. Em 1965, recebe o título doutor honoris causa da Universidade de Oxford (Inglaterra). Em outubro de 1971, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Durante o governo do socialista Salvador Allende, foi designado embaixador na França. Doente, retornou ao Chile em 1972. Faleceu doze dias depois do golpe militar que derrubou o presidente Salvador Allende.

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