Uma casa na areia

Uma casa na areia

Autor: Pablo Neruda
R$ 64,90
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ou 3x de R$ 21,63
Sinopse

Escrito por Pablo Neruda, um dos maiores poetas de todos os tempos, e ricamente ilustrado pelas fotografias de Luis Poirot, Uma casa na areia é uma ode ao lar, ao mar e à poesia.

 

Ao sul de Valparaíso, no Chile, está a região costeira de Isla Negra. Ali, um conjunto de rochas escuras descansa junto ao mar formando uma paisagem de beleza selvagem que arrebatou o poeta Pablo Neruda. Tal foi o sentimento despertado, que Neruda construiu sua terceira casa nessa praia, e foi nela justamente onde passou seus últimos dias ao lado da esposa Matilde Urrutia. É lá também que os dois estão sepultados.

A famosa casa foi comprada de um marinheiro, e conforme os anos se passaram foi sendo ampliada e decorada pelos dois. Até hoje, os visitantes podem ver as bandeiras, as âncoras, as carrancas, as garrafas e os peixes escolhidos a dedo pelo poeta chileno – cada objeto conta sua história. O mar, sempre à vista, é o amigo, o inquilino e o vizinho, e a maresia envolve tudo com seu misticismo. A magia da casa que enfeitiçou Neruda está aqui expressa por palavras que convidam o leitor e a leitora a também se deixar apaixonar.

As imagens captadas por Luis Poirot, fotógrafo chileno e amigo de Neruda, trazem outras camadas de delicadeza e sensibilidade. E as fotos também têm sua própria história: ficaram escondidas por décadas, protegidas da ditadura militar de Augusto Pinochet, até serem reunidas nesta encantadora edição.

 

“O maior poeta do século XX, de todos os idiomas.” – Gabriel García Márquez

ISBN978-655-847-206-3
Tradutor Josely Vianna Baptista
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade5 mm
Lançamento08/09/2025
Páginas112
Ver informações completas
R$ 64,90
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ou 3x de R$ 21,63
Sobre o autor

Pablo Neruda

Pablo Neruda (1904-1973) foi um poeta chileno, considerado um dos mais importantes escritores em língua espanhola. Filho de operário ferroviário e professora primária, perdeu a mãe ao nascer. Publicou seus primeiros poemas ainda na fase escolar, no jornal La mañana. Em 1923 publica Crepusculário e, no ano seguinte, Vinte poemas de amor e uma canção desesperada. Em 1927 é nomeado cônsul na Birmânia. Em seguida passa a exercer essa função no Sri Lança, Java, Cingapura, Buenos Aires, Barcelona e Madri. Em Buenos Aires, conheceu García Lorca, e, em Barcelona, Rafael Alberti. Em 1937, um ano após a eclosão da Guerra Civil Espanhola, retorna para o Chile e começa a produzir textos com temáticas políticas e sociais. Em 1939, é designado cônsul para a imigração espanhola, em Paris, e, pouco tempo depois, cônsul geral do México. Sua intervenção em parceria com o governo francês salvou centenas de refugiados espanhóis que imigraram para o Chile em um navio fretado. No México, Neruda escreveu Canto Geral do Chile, considerado um poema épico sobre as belezas naturais e sociais do continente americano. Em 1943, foi eleito senador da República. Comovido com o tratamento repressivo que era dado aos trabalhadores de minas, fez vários discursos, criticando o presidente González Videla. Passou a ser perseguido pelo governo e se exilou na Europa. Em 1952, publicou Os versos do capitão e, dois anos depois, As uvas e o vento. Recebe o prêmio Stalin da Paz em 1953. Em 1965, recebe o título doutor honoris causa da Universidade de Oxford (Inglaterra). Em outubro de 1971, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Durante o governo do socialista Salvador Allende, foi designado embaixador na França. Doente, retornou ao Chile em 1972. Faleceu doze dias depois do golpe militar que derrubou o presidente Salvador Allende.

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