Não contem com o fim do livro

Não contem com o fim do livro

R$ 49,90
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ou 3x de R$ 16,63
Sinopse

Usos e costumes coexistem. Tecnologias nem sempre avançam, às vezes, se expandem. Entenda a relação do livro com suas contrapartes digitais em Não contem com o fim do livro, um estudo sobre a leitura.

 

Assim como o cinema não tornou os quadros obsoletos, nem a televisão substituiu o cinema, a leitura em livros físicos é uma experiência que não pode – e provavelmente nunca poderá – ser substituída pela biblioteca digital. Do papiro ao arquivo eletrônico, neste Não contem com o fim do livro, Umberto Eco e Jean-Claude Carrière comentam a história do livro de maneira bem-humorada, propondo uma reflexão tão erudita quanto pessoal.

A intenção, porém, não é apenas compreender as transformações do livro ao longo dos séculos – do papiro ao códice, de Gutenberg ao arquivo digital –, mas sustentar uma premissa central: é justamente essa longa história do objeto livro que nos faz amá-lo, e é ela que poderá salvá-lo do desaparecimento.

Nessa conversa mediada pelo jornalista Jean-Philippe de Tonnac, Umberto Eco e Jean-Claude Carrière – intelectuais, artistas e bibliófilos – nos ajudam a enxergar o livro como uma invenção perfeita e insuperável: uma instituição sólida, capaz de atravessar e se adaptar às revoluções tecnológicas.

 

“Em um momento em que o avanço tecnológico prometia abreviar (até mesmo encerrar definitivamente) a carreira da publicação em papel, Eco revelava seu ceticismo em relação à tecnologia.” – O Estado de S.Paulo

“Ao percorrerem cinco mil anos de existência dos impressos, os autores defendem a imortalidade do objeto como o conhecemos, apesar da internet.” – Gazeta do Povo.

ISBN978-659-796-880-0
Tradutor André Telles
Altura175 mm
Largura115 mm
Profundidade12 mm
Lançamento27/07/2026
Páginas0
Ver informações completas
R$ 49,90
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ou 3x de R$ 16,63
Sobre o autor

Umberto Eco

Umberto Eco nasceu em Alexandria em 1932. Filósofo, medievalista, semiólogo, midiólogo, estreou na ficção em 1980 com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), seguido por O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004), O cemitério de Praga (2010) e Número zero (2015). Dentre seus trabalhos de filosofia, crítica literária e semiótica, destacam-se Tratado geral de semiótica (1975), Os limites da interpretação (1990), Kant e o ornitorrinco (1997), Da árvore ao labirinto: estudos históricos sobre o signo e a interpretação (2007), Não contem com o fim do livro, com Jean-Claude Carrière (2009), Construir o inimigo e outros escritos ocasionais (2011) e Scritti sul pensiero medievale [Escritos sobre o pensamento medieval] (2012). Em 2004 publicou o volume ilustrado História da beleza, seguido em 2007 por História da feiura, em 2009 por Vertigem das listas e em 2013 por História das terras e lugares lendários. Reconhecido como um dos mais importantes escritores e pensadores do século XX, grande parte de sua obra se encontra publicada no Brasil pela Editora Record. O autor morreu em 2016.

Milo Manara nasceu em Luson em 1945 e é um mestre dos quadrinhos de fama internacional. Foi consagrado em meados da década de 1970 com O rei macaco (roteiro de Silverio Pisu), H.P. e Giuseppe Bergman, L’uomo delle nevi (roteiro de Alfredo Castelli) e o volume 2 de Bergman. Lançou em seguida O homem de papel e Verão índio, que marca a primeira colaboração com Hugo Pratt. Com Clic 1, a produção de Manara é orientada para o erotismo, como confirmam os posteriores O perfume do invisível e Câmera indiscreta. No mesmo período, a partir de um conto de Federico Fellini, Manara adaptou Viagem a Tulum. Nos anos 1990 são publicados El Gaucho (textos de Pratt), Clic 2 e Il viaggio de G. Mastorna, detto Fernet, novamente com Fellini. No novo milênio lança Tre ragazze nella rete, Fuga da Piranesi e 46, cujo protagonista é o motociclista Valentino Rossi. Manara também trabalhou em colaboração com alguns roteiristas internacionais de prestígio: Alejandro Jodorowsky (Bórgia), Neil Gaiman (Sandman: Noites sem fim) e Chris Claremont (X-Men: Garotas em fuga). Caravaggio: a morte da virgem, um de seus trabalhos mais recentes, é uma biografia do pintor italiano em história em quadrinhos.

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