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Cinderela está morta +7

50 LGBTQ+ incríveis, J.P. Cuenca, romances em Paris e mais

17/08/2021
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50 LGBTQ+ incríveis, da Débora Thomé

Idealizado por Débora Thomé, 50 LGBTQ+ incríveis (Galera, R$ 79,90, 124 págs) faz um panorama de artistas, cantores, atores, escritores e personalidades, em geral, da comunidade LGBTQ+. Da jogadora de futebol Marta, passando por Pabllo Vittar até Angela Ro Ro, o livro retrata as fragilidades, dificuldades e obstáculos na trajetória de cada um. Uma verdadeira força inspiradora a meninos e meninas de todos os lugares, comprovando que acreditar em seus sonhos e em você mesmo é, sim, sempre, o caminho certo a seguir. Uma dose de ânimo e coragem capaz de fazer nascer em todos, sem exceção, uma indomesticável ânsia por liberdade.

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Qualquer lugar menos agora - Crônicas de viagem para tempos de quarentena, do J.P. Cuenca

Com uma escrita ágil e sedutora, Cuenca nos transporta para bares em Nova York e Tóquio, manifestações de rua em Paris e Istambul, pistas de dança em Cabo Verde e no Vietnã, karaokês em Bangkok e no Rio em Qualquer lugar menos agora (Ed. Record, 240 págs, R$ 44,90). Assim como quadros em movimento — como o mototáxi em Mossoró, o trem noturno Paris-Milão, as caminhadas noturnas em Macau e Buenos Aires — e muitos encontros surreais e inesperados: com a raposa epifânica na madrugada em Berlim, com um fantasma em Portugal ou um mosteiro budista em Hong Kong. Por fim, junto com Cuenca passamos a conhecer de perto os corredores de exclusão: os palestinos em Gaza, os bolivianos subempregados em São Paulo, o insólito intercâmbio entre Porto Príncipe e Nova York, captado com maestria na crônica “As mãos que vêm do Haiti”.  width=

A biblioteca de Paris, da Janet Skeslien Charles

Baseada na verdadeira saga dos heroicos bibliotecários da Biblioteca Americana em Paris durante a Segunda Guerra Mundial, A biblioteca de Paris (Ed. Record, 392 págs, R$ 59,90) é uma inesquecível história de amor, amizade, família e sobre o poder de união da literatura. A jovem Odile Souchet tem tudo: um bonito namorado policial e o emprego dos sonhos na Biblioteca Americana em Paris. No entanto, quando a Segunda Guerra Mundial estoura e os nazistas marcham sobre a cidade, Odile corre o risco de perder tudo o que é importante para ela, incluindo sua querida biblioteca — afinal de contas, é sabido que os nazistas consideram que os livros contêm palavras proibidas e que as ideias devem ser destruídas.

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O baile das loucas, da Victoria Mas

Hospital de la Salpêtrière, Paris, 1885. O dr. Charcot mantém a Cidade Luz fascinada com suas exibições de hipnose em mulheres consideradas loucas, histéricas e alienadas. Mas a verdade é bem mais complexa — essas mulheres muitas vezes são simplesmente inconvenientes, esposas indesejadas, filhas rebeldes ou pessoas que perderam algo precioso. Em O baile das loucas (Verus Editora, 210 págs, R$ 44,90), Victoria Mas desnuda a condição feminina no século XIX em uma escrita refinada e com bela reconstrução histórica. Um romance terrível, mas poderoso que se tornou um hino de liberdade em homenagem a todas as mulheres.  width=

A psicanálise dos contos de fadas. do Bruno Bettelheim

Depois que a psicanálise desmitificou a inocência e a simplicidade do mundo da criança, os contos de fadas voltaram a ser lidos e discutidos justamente por descreverem um mundo pleno de experiências e de amor, mas também de destruição, de selvageria e de ambivalências. Em A psicanálise dos contos de fadas, (Paz & Terra, 448 págs, R$ 69,90) o aclamado psicólogo Bruno Bettelheim faz uma radiografia das mais famosas histórias para crianças, mostrando que elas exercem papel fundamental na construção da psique e na compreensão do mundo de meninos e meninas.  width=

Antígona, do Sófocles

Peça de Sófocles, aqui traduzida pelo grande escritor e dramaturgo Millôr Fernandes, Antígona (Paz & Terra, 112 págs, R$ 24,90) traz o embate entre um rei e sua sobrinha. De um lado, há um monarca que acredita ter um poder sem limites, e, de outro, uma jovem rebelde decidida a assumir uma sentença fatal, alegando agir em nome de leis naturais, verdadeiramente supremas, que precederiam os poderes do soberano. O confronto entre Creonte e Antígona encena rivalidades centrais da experiência humana — a justiça e a injustiça, o direito natural e o direito positivo, a sociedade e o indivíduo, o Estado e a consciência, a prática e a moral, a submissão e a rebeldia, o masculino e o feminino, o velho e o jovem.  width=

As garras do desejo, da Elizabeth Hoyt

A vida do soldado Sir Alistair Munroe em As garras do desejo (Ed. Record, 322 págs, R$ 54,90) era viajar exaustivamente para estudar, catalogar e publicar livros sobre a fauna e a flora. Porém, ele precisou lutar pela sua sobrevivência como soldado na guerra entre franceses e britânicos em suas colônias na América. Depois de retornar com muitas cicatrizes físicas e emocionais, o recluso naturalista se esconde em seu castelo na Escócia. No entanto, quando uma bela e misteriosa mulher bate à sua porta, os sentimentos que tanto reprimia vêm à tona novamente. Este é o terceiro livro da série A lenda dos quatro soldados e uma releitura do clássico conto de fadas A bela e a fera.  width=

Minha vida com uma amiga de quatro patas, da Lauren Fern Watt

Emocionante e inspiradora, Minha vida com uma amiga de quatro patas (BestSeller, 210 págs, R$ 49,90) é a adorável história do amadurecimento de Lauren. E, é também uma demonstração poderosa de como animais de estimação inspiram a viver, amar e valorizar os pequenos prazeres da vida. Na obra, Laura traz o relato de um jornada da heroína com sua fiel amiga canina. Um resgate da emocionante lição de vida que aprendemos com nossos pets: se aventurar, amar incondicionalmente e seguir sempre em frente, para nos tornarmos quem desejamos ser.

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Seus olhos viam Deus, da Zora Neale Hurston

Aclamado como o mais belo romance da literatura negra norte-americana de sua época, Seus olhos viam Deus (Ed. Record, 256 págs, R$ 49,90) descreve a trajetória de Janie Crawford, uma heroína afro-americana que enfrenta o tabu de escolher o próprio destino na Flórida da década de 1930. Uma jornada sobre o amor, as alegrias e as tristezas da vida. Heroína, Janie incorpora o inconformismo com o status quo. Uma revolta contra o que se espera de uma mulher pobre e negra. Ela denuncia a violência contra as mulheres em geral e as negras em particular. Casada três vezes e acusada de matar um dos maridos, Janie Crawford atrai para si a inveja das mulheres e o ódio dos homens. A miríade de emoções que a volta da filha pródiga causa aos moradores da pequena cidade nos confins da Flórida leva Janie a tentar se justificar, abrindo seus segredos para a amiga Pheoby.  width=

Yoga: 7 minutos por dia, 7 dias por semana, da Gertrud Hirschi

Instrutora de yoga de longa data, Gertrud Hischi escreveu mais do que um livro para o corpo: ela construiu um passo a passo simples cujo objetivo é curar e energizar também o espírito. A autora descreve em Yoga: 7 minutos por dia, 7 dias por semana (BestSeller, 160 págs, R$ 44,90) as qualidades de cada astro que associa a cada dia da semana e sugere exercícios correspondentes, além de um guia diário de meditação, alcançando assim plenitude, força e tranquilidade. Realizada junto dessas práticas diárias de yoga, a meditação se torna uma fonte de segurança, confiança, serenidade e paz interior.  width=

As regras básicas de Warren Buffett, do Jeremy C. Miller

Jeremy C. Miller, um veterano consultor financeiro, apresenta em As regras básicas de Warren Buffett (Best Business, 448 págs, R$ 69,90) as famosas regras básicas descritas nas missivas de Buffett, o principal acionista e diretor-executivo do poderoso conglomerado empresarial Berkshire Hathaway. Considerado o mais bem-sucedido investidor do século XX, e um oráculo da área de ações, Buffett é frequentemente citado nas listas de pessoas mais ricas do mundo. As regras básicas mostram como funciona a cabeça do megainvestidor, seja em alta ou em baixa. É um raro retrato do empresário em seus dias de jovem investidor, no exato momento em que ele criava as estratégias que o ajudaram a construir sua fortuna.  width=

Cinderela está morta, da Kalynn Bayron

Cinderela está morta (Galera, 294 págs, R$ 49,90) é uma versão moderna e feminista do clássico conto de fadas. Com uma protagonista negra e LGBTQ+, vai fazer os leitores questionarem as histórias que conhecem tão bem, e torcer para as garotas que têm a coragem e força de quebrar as barreiras de um mundo que insiste em tentar dizer quem elas deveriam ser e quem deveriam amar. Cinderela está morta há duzentos anos, e o conto de fadas acabou. Em um reino onde as mulheres são vistas como objetos, uma menina vai contrariar tudo e a todos para poder ter a escolha de amar livremente e decidir o próprio destino.