Quando o mundo parece caminhar rumo ao colapso, talvez a única saída seja despertar. Em É isso!, Osho apresenta o zen como um chamado urgente à consciência — antes que seja tarde demais.
À medida que crises ambientais, sociais e existenciais se acumulam em escala global, cresce a sensação de que estamos vivendo à beira de um colapso iminente, uma percepção frequentemente simbolizada pelo famoso “Relógio do Juízo Final”, cuja contagem parece se aproximar cada vez mais da meia-noite. Em meio ao medo, à ansiedade e à sensação de impotência diante do futuro, Osho apresenta o zen não como uma filosofia abstrata ou um conjunto de ensinamentos teóricos, mas como um chamado urgente para despertar.
Para Osho, a humanidade vive em um estado profundo de inconsciência, automatismo e alienação de si mesma. “Estão adormecidos há séculos. O sono se tornou sua natureza. Vocês se esqueceram do que é consciência, do que significa despertar”, afirma. É justamente esse despertar que o guru propõe em É isso!: um rompimento radical com velhos padrões mentais, crenças herdadas e formas ultrapassadas de encarar a vida e seus problemas.
Mais do que qualquer outra tradição espiritual, o zen é especialmente relevante para os tempos atuais. Direto, imediato e transformador, É isso! não busca oferecer respostas prontas nem se prender a sistemas filosóficos complexos, seu objetivo é provocar uma experiência de percepção, presença e clareza.
Ao revisitar ensinamentos e histórias de grandes mestres zen, Osho conduz o leitor a uma jornada instigante rumo à consciência, à liberdade interior e ao entendimento de que a verdadeira transformação começa dentro de cada um.