A ilha do dia anterior

A ilha do dia anterior

Autor: Umberto Eco
R$ 99,90
R$ 99,90
ou 3x de R$ 33,30
Sinopse
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Uma enciclopédia em que o leitor se deixará levar pelos fascinantes andares dos labirintos que unem a prosa de Eco.

 

A Ilha do Dia Anterior conta a história de um jovem piemontês da pequena nobreza de Monteferrato, que, durante uma missão secreta a serviço do cardeal Mazarino, tem seu navio Amarillis naufragado por uma forte tempestade nos mares do Sul. Roberto, depois de dias sobre uma tábua salvadora, esbarra no Daphne, um outro navio deserto, mas repleto de objetos antigos, metais, obras de arte, onde tem início uma lenta viagem de volta aos anos seiscentos da nova ciência, da Guerra dos Trinta Anos, de um cosmos em que a Terra não é mais o centro do universo. Uma jornada de volta à época barroca, uma aventura solitária, encenada então na memória do rapaz.

Um livro repleto de alusões às grandes obras do passado, aos mestres e aos cientistas.

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ISBN978-850-104-231-6
Tradutor Marco Lucchesi
Altura210 mm
Largura145 mm
Profundidade23 mm
Lançamento18/01/1995
Páginas496
Ver informações completas
R$ 99,90
R$ 99,90
ou 3x de R$ 33,30
Sobre o autor

Umberto Eco

Umberto Eco nasceu em Alexandria em 1932. Filósofo, medievalista, semiólogo, midiólogo, estreou na ficção em 1980 com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), seguido por O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004), O cemitério de Praga (2010) e Número zero (2015). Dentre seus trabalhos de filosofia, crítica literária e semiótica, destacam-se Tratado geral de semiótica (1975), Os limites da interpretação (1990), Kant e o ornitorrinco (1997), Da árvore ao labirinto: estudos históricos sobre o signo e a interpretação (2007), Não contem com o fim do livro, com Jean-Claude Carrière (2009), Construir o inimigo e outros escritos ocasionais (2011) e Scritti sul pensiero medievale [Escritos sobre o pensamento medieval] (2012). Em 2004 publicou o volume ilustrado História da beleza, seguido em 2007 por História da feiura, em 2009 por Vertigem das listas e em 2013 por História das terras e lugares lendários. Reconhecido como um dos mais importantes escritores e pensadores do século XX, grande parte de sua obra se encontra publicada no Brasil pela Editora Record. O autor morreu em 2016.

Milo Manara nasceu em Luson em 1945 e é um mestre dos quadrinhos de fama internacional. Foi consagrado em meados da década de 1970 com O rei macaco (roteiro de Silverio Pisu), H.P. e Giuseppe Bergman, L’uomo delle nevi (roteiro de Alfredo Castelli) e o volume 2 de Bergman. Lançou em seguida O homem de papel e Verão índio, que marca a primeira colaboração com Hugo Pratt. Com Clic 1, a produção de Manara é orientada para o erotismo, como confirmam os posteriores O perfume do invisível e Câmera indiscreta. No mesmo período, a partir de um conto de Federico Fellini, Manara adaptou Viagem a Tulum. Nos anos 1990 são publicados El Gaucho (textos de Pratt), Clic 2 e Il viaggio de G. Mastorna, detto Fernet, novamente com Fellini. No novo milênio lança Tre ragazze nella rete, Fuga da Piranesi e 46, cujo protagonista é o motociclista Valentino Rossi. Manara também trabalhou em colaboração com alguns roteiristas internacionais de prestígio: Alejandro Jodorowsky (Bórgia), Neil Gaiman (Sandman: Noites sem fim) e Chris Claremont (X-Men: Garotas em fuga). Caravaggio: a morte da virgem, um de seus trabalhos mais recentes, é uma biografia do pintor italiano em história em quadrinhos.

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A ilha do dia anterior