A polaquinha

A polaquinha

R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sinopse
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Depois de consagrado como grande do conto, aqui está o romancista Dalton Trevisan.

A polaquinha destaca-se no seu universo de maldição e misericórdia. É uma história de amor louco e erotismo, escrita com mão de mestre. O melhor Dalton na melhor forma. Uma obra prima genuína, marcante, inesquecível.

“Essa arte em última análise exprime-se através de uma visão misericordiosa, de genuína compaixão pela aventura humana. A polaquinha não é a réplica feminina do Vampiro, ambos são cidadãos de uma Curitiba que é real e não é real. A polaquinha retoma um tema eterno. Há muita perdição na sua busca. Há culpa e há castigo. A vida é implacável. Quem o diz não é Dalton Trevisan. Quem costuma dizê-lo é a própria vida.

A polaquinha é inesquecível. Sobretudo se o leitor, como essa pobre moça, está inclinado a crer que nunca se sabe nada de ninguém. Por isso convém continuar indagando. E ler, renovado, renovador, o romancista Dalton Trevisan.” – Otto Lara Resende

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ISBN978-850-102-706-1
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade10 mm
Lançamento01/08/1985
Páginas176
Ver informações completas
R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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