Cinco escritos morais

Cinco escritos morais

Autor: Umberto Eco
R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sinopse
Os conflitos internacionais; o recrudescimento das ideologias totalitaristas; o papel da imprensa; o conceito de moralidade; a tolerância étnica e religiosa. Cinco temas distintos, alinhavados pelo conceito de ética, são abordados com o brilhantismo de um dos maiores teóricos vivos da comunicação em Cinco escritos morais. O livro reúne textos e transcrições de discursos de Umberto Eco, publicados em revistas literárias da Europa e dos Estados Unidos.Os textos reunidos em Cinco escritos morais têm duas características em comum. Antes de tudo são ocasionais, frutos de conferências ou intervenções do autor sobre assuntos da atualidade. Além disso, todos são de caráter ético, ou seja, referem-se àquilo que seria justo fazer, àquilo que não se deveria fazer ou àquilo que não se pode fazer em hipótese alguma. O primeiro texto, “Pensar a guerra”, foi publicado em La Rivista dei Libri de 1º de abril de 1991 durante a guerra do Golfo.“O facismo eterno” é o título da transcrição de uma conferência pronunciada, em versão inglesa, em um simpósio organizado pela Universidade de Columbia, em 25 de abril de 1995, para celebrar a liberação da Europa. Apareceu depois como “Eternal Fascism” em The New York Review of Books de 22 de junho de 1995 e traduzida para La Rivista dei Libri de julho-agosto de 1995 como “Totalitarismo fuzzy e Ur-Fascismo”. O que torna este texto particular é o momento de sua realização: os Estados Unidos, local onde foi exposto pela primeira vez, estava sacudido pelo recente atentado de Oklahoma e pela descoberta do fato (nada secreto, aliás) de que existiam no país organizações militares de extrema direita. Desta forma, o tema do anti-fascismo assumia, naquelas circunstâncias, conotações particulares.O terceiro texto, “Sobre a imprensa”, é uma exposição apresentada durante uma série de seminários organizada pelo Senado italiano entre os parlamentares e os diretores dos maiores diários italianos. “Quando o outro entra em cena” reproduz uma resposta de Umberto Eco ao cardeal Martini (arcebispo de Milão) sobre uma indagação a respeito das proposições da Eco sobre a unviversalidade da ética.O último texto é, na verdade, uma colagem. Na primeira parte de “Migrações, tolerância e intolerabilidade” está reproduzida a primeira parte de uma conferência proferida em 23 de janeiro de 1997, na abertura do convênio organizado pelo prefeito de Valência sobre as perspectivas do Terceiro Milênio. A segunda traduz e readapta a introdução ao Fórum Internacional sobre a Intolerância, organizado em Paris pela Académie Universelle des Cultures. O terceiro segmento foi publicado com o título de “Não pergunte por quem os sinos dobram” no jornal Repubblica, por ocasião da sentença do tribunal militar de Roma sobre Priebke (oficial nazista responsável pela morte de centenas de pessoas no fim da ocupação nazista em Roma).
ISBN978-850-105-160-8
Tradutor Eliana Aguiar
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade10 mm
Lançamento22/04/1998
Páginas126
Ver informações completas
R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sobre o autor

Umberto Eco

Umberto Eco nasceu em Alexandria em 1932. Filósofo, medievalista, semiólogo, midiólogo, estreou na ficção em 1980 com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), seguido por O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004), O cemitério de Praga (2010) e Número zero (2015). Dentre seus trabalhos de filosofia, crítica literária e semiótica, destacam-se Tratado geral de semiótica (1975), Os limites da interpretação (1990), Kant e o ornitorrinco (1997), Da árvore ao labirinto: estudos históricos sobre o signo e a interpretação (2007), Não contem com o fim do livro, com Jean-Claude Carrière (2009), Construir o inimigo e outros escritos ocasionais (2011) e Scritti sul pensiero medievale [Escritos sobre o pensamento medieval] (2012). Em 2004 publicou o volume ilustrado História da beleza, seguido em 2007 por História da feiura, em 2009 por Vertigem das listas e em 2013 por História das terras e lugares lendários. Reconhecido como um dos mais importantes escritores e pensadores do século XX, grande parte de sua obra se encontra publicada no Brasil pela Editora Record. O autor morreu em 2016.

Milo Manara nasceu em Luson em 1945 e é um mestre dos quadrinhos de fama internacional. Foi consagrado em meados da década de 1970 com O rei macaco (roteiro de Silverio Pisu), H.P. e Giuseppe Bergman, L’uomo delle nevi (roteiro de Alfredo Castelli) e o volume 2 de Bergman. Lançou em seguida O homem de papel e Verão índio, que marca a primeira colaboração com Hugo Pratt. Com Clic 1, a produção de Manara é orientada para o erotismo, como confirmam os posteriores O perfume do invisível e Câmera indiscreta. No mesmo período, a partir de um conto de Federico Fellini, Manara adaptou Viagem a Tulum. Nos anos 1990 são publicados El Gaucho (textos de Pratt), Clic 2 e Il viaggio de G. Mastorna, detto Fernet, novamente com Fellini. No novo milênio lança Tre ragazze nella rete, Fuga da Piranesi e 46, cujo protagonista é o motociclista Valentino Rossi. Manara também trabalhou em colaboração com alguns roteiristas internacionais de prestígio: Alejandro Jodorowsky (Bórgia), Neil Gaiman (Sandman: Noites sem fim) e Chris Claremont (X-Men: Garotas em fuga). Caravaggio: a morte da virgem, um de seus trabalhos mais recentes, é uma biografia do pintor italiano em história em quadrinhos.

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Cinco escritos morais