Coisas nossas

Coisas nossas

R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sinopse
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Um presente à cultura popular, do coautor de Dicionário da história social do samba, vencedor do Jabuti de melhor livro de não ficção em 2015 e convidado oficial da FLIP deste ano.

 

Coisas nossas, de Luiz Antonio Simas, é uma reunião de crônicas que celebra a cultura de rua do Rio de Janeiro, em especial da Zona Norte e do subúrbio. Segundo o autor, “os textos são uma espécie de roteiro sentimental de uma cidade que talvez nunca tenha existido, mas que certamente vive em mim”.

Simas faz de seus textos uma conversa com o leitor, mostrando as trajetórias de gente comum. Em curtas narrativas focadas nos personagens, transita por uma espiral de causos curiosos que envolvem desde Gerson, um dos maiores pipeiros, ao nada comum funcionário exemplar de Dom João.

O autor alinha a paixão pela história e a atração pelo movimento das ruas, pela boemia, e faz destas crônicas um desfile apoteótico: que começa no carnaval e só termina no ano novo.

Esta riquíssima seleção – de fina ironia, irreverência e brasilidade – é um presente à cultura popular. Nela, Simas apresenta um Rio não para chamar de seu, mas para chamar de nosso, de coisa nossa.

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ISBN978-850-301-332-1
Tradutor
Altura230 mm
Largura155 mm
Profundidade7 mm
Lançamento29/06/2017
Páginas140
Ver informações completas
R$ 54,90
R$ 54,90
ou 3x de R$ 18,30
Sobre o autor

Luiz Antonio Simas

Sobre Luiz Antônio Simas

Sou um carioca criado em uma família nordestina, vinda de Alagoas e Pernambuco. Minha avó, a Dona Deda, era rezadeira e mãe de santo de um terreiro em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Minha família tinha o costume de dar doces para a meninada em todos os anos, no dia de São Cosme e de São Damião. Ao lado dos meus irmãos e amigos, eu saia cedinho para percorrer as ruas em busca de suspiros, pirulitos, cocadas e mariolas. A tradição continua. Hoje somos eu e a Candida, minha companheira, que distribuímos doces, e é o meu filho, o Benjamin, que corre atrás de guloseimas pelas ruas da Zona Norte da cidade.

Sobre Camilo Martins

Nasci na cidade do Rio de Janeiro, onde aprendi desde cedo que Cosme e Damião viviam nas ruas. Minha avó, com uma promessa e fé inabalável nos santinhos guris, conseguiu botar um teto sobre sua cabeça e ter uma vida mais digna. Cresci numa família de oficineiros de saquinhos de Cosme e Damião, até hoje nos reunimos para fazer os saquinhos que se espalham pela cidade. Hoje, minha avó se juntou com as três estrelas lá do céu, mas tenho certeza que continua salpicando açúcar em cima da gente. Aprendi a desenhar quando criança e continuo a desenhar pelas crianças. Me formei em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ e ilustro desde 2017. Em livros, roupas, paredes e todo o canto. O acordo da minha avó com os pequenos deu a ela a sua vida, a sua fé e a sua dignidade. E meu acordo com eles me deu o desenho.

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