O estribo de prata

O estribo de prata

R$ 54,90
R$ 54,90
ou 3x de R$ 18,30
Sinopse

A única edição autorizada pelo Instituto Graciliano Ramos, onde parte dos direitos autorais são direcionados a ONG Inoccence Brasil. O alagoano Graciliano Ramos é um dos maiores ícones da literatura nacional. Um dos mais talentosos escritores e cronistas de nossa realidade. Seu clássico, Vidas secas, ainda hoje um dos mais vendidos, adaptados e aclamados romances brasileiros. Mas poucos associam suas obras às crianças. Mas agora os pequenos vão ter a chance de conferir seu imenso talento.

Um dos textos de Histórias de Alexandre, O estribo de prata, ganha cor e ainda mais dramaticidade no traço de Simone Matias. Nesta primeira edição ilustrada de um livro do autor, o ‘causo’ narrado por Alexandre, meio caçador, meio vaqueiro, alto, magro e já velho, tem todo o peso de um nordeste anterior ao rádio e à televisão. A poesia e o lirismo de sua tradição oral. Com a ajuda da esposa, a rendeira dona Cesárea, e de Firmino, o cego mais desconfiado do sertão, ele exagera em um ou outro detalhe. Mas sempre inspirado no folclore local. Como este, da cascavel gigante, a mais velha das serpentes que já rastejou sob o sol alagoano, e do estribo de prata. Uma história lindamente ilustrada e surpreendente até o final.

ISBN978-850-109-815-3
Tradutor
Altura280 mm
Largura210 mm
Profundidade10 mm
Lançamento16/04/2012
Páginas24
Ver informações completas
R$ 54,90
R$ 54,90
ou 3x de R$ 18,30
Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Em 1933, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e, ao mesmo tempo, contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em março de 1936 foi preso, em Maceió, sem culpa formada, sob a alegação de que seria comunista, passando por várias prisões, em Maceió e Recife. Segue no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde fica quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publica o romance Angústia. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça - como era carinhosamente tratado - faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

Ver mais sobre o autor
O estribo de prata
O estribo de prata