S. Bernardo (Edição econômica)

S. Bernardo (Edição econômica)

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501920454
Sinopse

Considerado pela crítica literária um dos mais importantes textos de ficção do movimento modernista brasileiro, S. Bernardo, de Graciliano Ramos, estreia em nova edição de bolso.

A única edição autorizada pelo Instituto Graciliano Ramos, que reverte parte dos direitos autorais à ONG Innocence Project Brasil.

 

Em S. Bernardo acompanhamos as memórias de Paulo Honório, que na infância foi órfão e, da adolescência até os 18 anos, trabalhou na fazenda São Bernardo, em Viçosa, Alagoas. Após ser preso por um crime de honra e libertado, sua principal ambição passa a ser acumular bens e dinheiro. Para alcançar este objetivo, toma um empréstimo de um agiota e começa a negociar gado, redes, rosários e diversas miudezas pelo sertão.

Enfrentando uma série de percalços, Paulo Honório reage a tudo com frieza e recorre a métodos antiéticos para atingir seus fins. Depois de acumular alguma riqueza, retorna à sua terra natal decidido a comprar a fazenda onde havia trabalhado na juventude. A transição de empregado a empregador marca profundamente o narrador-personagem, que passa a ver tudo e todos ao seu redor através da lente da divisão do trabalho.

A trama, rica em metáforas sutis disfarçadas pela concretude das palavras, destaca-se pela complexa teia existencial e pelos conflitos entre as visões de mundo incorporadas pelos personagens. Relato de um homem ambicioso e sem escrúpulos, a obra é um retrato da desigualdade econômica e social, que reflete a realidade de um país em que a posse de terra ainda simbolizava poder absoluto. Publicado pela primeira vez em 1934, e considerado pela crítica um dos mais importantes romances do modernismo brasileiro, S. Bernardo retorna agora em uma nova edição de bolso.

ISBN978-850-192-045-4
Tradutor
Altura175 mm
Largura115 mm
Profundidade14 mm
Lançamento07/10/2024
Páginas294
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501920454
Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Em 1933, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e, ao mesmo tempo, contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em março de 1936 foi preso, em Maceió, sem culpa formada, sob a alegação de que seria comunista, passando por várias prisões, em Maceió e Recife. Segue no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde fica quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publica o romance Angústia. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça - como era carinhosamente tratado - faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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