The little Polish girl

The little Polish girl

R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sinopse
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After being consecrated as a great short story writer, here is novelist Dalton Trevisan.

The Polish girl stands out in her world of curse and mercy. It's a story of mad love and eroticism, written with a masterful hand. The best Dalton at his best. A genuine, striking, unforgettable masterpiece.

"This art ultimately expresses itself through a merciful vision, of genuine compassion for the human adventure. The polaquinha is not the female replica of the Vampire; both are citizens of a Curitiba that is both real and unreal. The polaquinha revisits an eternal theme. There is much perdition in her quest. There is guilt and there is punishment. Life is relentless. It's not Dalton Trevisan who says so. It's life itself that usually says so."

The little Polish girl is unforgettable. Especially if the reader, like this poor girl, is inclined to believe that one never knows anything about anyone. That's why it's worth continuing to inquire. And reading, renewed, refreshing, the novelist Dalton Trevisan." – Otto Lara Resende

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ISBN978-850-102-706-1
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade10 mm
Lançamento01/08/1985
Páginas176
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R$ 54,90
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

No dia 14 de junho de 1925, nasce Dalton Trevisan. Em Curitiba, é claro. A mesma Curitiba em que cresce e ganha a fama de "vampiro". A mesma Curitiba que eternizou em tantos contos - e que, justamente por isso, tem com ele um débito eterno. A mesma Curitiba cheia de mistérios. O próprio escritor é um deles: para se conceber um histórico de Trevisan, é preciso a habilidade das cerzideiras, cosendo retalhos aqui e ali, em uma ou outra reportagem, nas antigas e raras entrevistas. Formado em Direito, exerceu a função de repórter policial e crítico de cinema. Um acidente com o forno de uma olaria, em 1945, quase lhe tira a vida. Trevisan foi internado com fratura de crânio, mas se recuperou para editar, a partir do ano seguinte, a revista Joaquim, que duraria até 1949. Em 1950, o escritor vai para a Europa. Casa-se em 1953, tornando-se pai de duas filhas. Escondeu-se no anonimato para vencer um concurso de contos no Paraná, em 1968. Gosta de filmes de bangue-bangue e de passear pelas ruas da capital paranaense. Já teve livros traduzidos para diversos idiomas, como o inglês, o espanhol e o italiano. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de TV. No Brasil, alguns textos foram adaptados para o cinema e a TV. Seus livros são editados pela Record desde 1978. Durante anos, seus livros ganharam identidade visual criada pelo artista gráfico Poty. Depois, a parceria mudou: figuras em nanquim do dadaísta alemão George Grosz, resgatadas da Berlim do tempo da república Weimar, dão o tom apocalíptico que os escritos de Trevisan foram assumindo.

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