Personal anthology

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R$ 139,90
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ou 3x de R$ 46,63
Sinopse

With a foreword by Augusto Massi, Personal Anthology brings together an unprecedented collection of texts by Dalton Trevisan, one of the greatest short story writers in Brazilian literature.

From the constellation of his vast literary output, Dalton Trevisan selected 94 short stories. With a foreword by critic Augusto Massi, this personal anthology provides both an initiation rite for new readers and, for those already familiar with the Vampire of Curitiba, an inventory of his best stories.

Entirely devoted to literature and a master of intimacy, Trevisan is one of the most prolific authors in Brazilian literature in recent decades, without ever diminishing his creative force, which is experimental, expressive, and transformative. This new self-portrait, the most comprehensive and representative of his anthologies, brings together short stories from Novelas nada exemplares (1959) to O beijo na nuca (2014), revealing his literary references, the different narrative forms he adopted throughout his career, and the "poetic bazaar"—in the words of Augusto Massi—of his phrases and aphorisms.

Demonstrating the longevity and contemporaneity of Dalton Trevisan's work, Personal Anthology reaffirms his unquestionable power as one of the most important short story writers in Brazilian literature.

ISBN978-655-587-666-6
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade24 mm
Lançamento27/03/2023
Páginas448
View full details
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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