MALE DOES NOT WIN FLOWERS

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Sinopse
In "MACHO NÃO GANHA FLOR," a collection of previously unpublished short stories, Dalton Trevisan assembles, piece by piece, a mosaic of moral monsters. Thieves, rapists, sadists, and maniacs parade through dry, forceful, and precise words. Dalton is the vampire, but it is in the reader's heart that the stake of his ideas sinks deep. They are short, swift stabs that bring the anguish of his protagonists, their hopes and dreams. Many of them shattered or about to be shattered before our eyes.
ISBN978-850-107-708-0
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade8 mm
Lançamento05/10/2006
Páginas128
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano. Odilon Moraes nasceu em São Paulo (1966), mas, com poucos meses, mudou-se para o interior, vivendo entre os bichos e as plantas da mãe e convivendo com as tintas e os pincéis do pai. Retornou à pauliceia para estudar Arquitetura na USP. Nunca exerceu a profissão. Descobriu que gostava de projetar livros. É um artista criterioso, discreto, seletivo. Por isso, os livros de sua autoria, em todos os sentidos, são excepcionais: A princesinha medrosa (2002), Pedro e Lua (2004), O presente (2010), Rosa (2017), Olavo (2018) e O entardecer de Lin Cheng (2023). Além disso, já ilustrou mais de cinquenta obras, entre elas O homem que sabia javanês (2003), de Lima Barreto; Umas férias (2008), de Machado de Assis; Será o Benedito! (2008), de Mário de Andrade; Teleco, o coelhinho (2019), de Murilo Rubião; e Ismália (2006), de Alphonsus de Guimaraens. Entre as parcerias recentes, a que se tem revelado mais fecunda é com a escritora e companheira Carolina Moreyra. Essa conversa crítica e amorosa vem gerando uma linhagem que cresce a cada ano: O guarda-chuva do vovô (2008), Lá e aqui (2015), Lá longe (2023). Por fim, é um estudioso atento e atualizado da literatura infantil e juvenil. Dessa militância surge Traço e prosa: entrevistas com ilustradores de livros infantojuvenis (2012), organizado com Rona Hanning e Maurício Paraguassu, e a tese de mestrado, Quando a imagem escreve: reflexões sobre o livro ilustrado (2019). Odilon ainda ministra palestras, cursos e oficinas sobre a história e a poética do livro ilustrado.

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