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Dalton Trevisan
Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano. Odilon Moraes nasceu em São Paulo (1966), mas, com poucos meses, mudou-se para o interior, vivendo entre os bichos e as plantas da mãe e convivendo com as tintas e os pincéis do pai. Retornou à pauliceia para estudar Arquitetura na USP. Nunca exerceu a profissão. Descobriu que gostava de projetar livros. É um artista criterioso, discreto, seletivo. Por isso, os livros de sua autoria, em todos os sentidos, são excepcionais: A princesinha medrosa (2002), Pedro e Lua (2004), O presente (2010), Rosa (2017), Olavo (2018) e O entardecer de Lin Cheng (2023). Além disso, já ilustrou mais de cinquenta obras, entre elas O homem que sabia javanês (2003), de Lima Barreto; Umas férias (2008), de Machado de Assis; Será o Benedito! (2008), de Mário de Andrade; Teleco, o coelhinho (2019), de Murilo Rubião; e Ismália (2006), de Alphonsus de Guimaraens. Entre as parcerias recentes, a que se tem revelado mais fecunda é com a escritora e companheira Carolina Moreyra. Essa conversa crítica e amorosa vem gerando uma linhagem que cresce a cada ano: O guarda-chuva do vovô (2008), Lá e aqui (2015), Lá longe (2023). Por fim, é um estudioso atento e atualizado da literatura infantil e juvenil. Dessa militância surge Traço e prosa: entrevistas com ilustradores de livros infantojuvenis (2012), organizado com Rona Hanning e Maurício Paraguassu, e a tese de mestrado, Quando a imagem escreve: reflexões sobre o livro ilustrado (2019). Odilon ainda ministra palestras, cursos e oficinas sobre a história e a poética do livro ilustrado.
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