Minimum daily

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Autor: Umberto Eco
R$ 84,90
R$ 84,90
ou 3x de R$ 28,30
Sinopse
For the first time in a single volume, this edition compiles Eco's best chronicles published in Verri magazine. In this entertaining "Diário menos" (Minimum Diary), Umberto Eco reveals himself as a splendid columnist, a teller of anecdotes, a witty interlocutor, and a lover of parody. With insight and erudition, he offers a selection of texts in which, through raw irony and pastiche, he attacks the academic world, the bizarreness of everyday life, the labyrinth of bureaucracy, and even object design.
ISBN978-850-108-481-1
Tradutor Joana Angélica d Melo
Altura230 mm
Largura160 mm
Profundidade23 mm
Lançamento25/09/2012
Páginas406
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R$ 84,90
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Sobre o autor

Umberto Eco

Umberto Eco nasceu em Alexandria em 1932. Filósofo, medievalista, semiólogo, midiólogo, estreou na ficção em 1980 com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), seguido por O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004), O cemitério de Praga (2010) e Número zero (2015). Dentre seus trabalhos de filosofia, crítica literária e semiótica, destacam-se Tratado geral de semiótica (1975), Os limites da interpretação (1990), Kant e o ornitorrinco (1997), Da árvore ao labirinto: estudos históricos sobre o signo e a interpretação (2007), Não contem com o fim do livro, com Jean-Claude Carrière (2009), Construir o inimigo e outros escritos ocasionais (2011) e Scritti sul pensiero medievale [Escritos sobre o pensamento medieval] (2012). Em 2004 publicou o volume ilustrado História da beleza, seguido em 2007 por História da feiura, em 2009 por Vertigem das listas e em 2013 por História das terras e lugares lendários. Reconhecido como um dos mais importantes escritores e pensadores do século XX, grande parte de sua obra se encontra publicada no Brasil pela Editora Record. O autor morreu em 2016.

Milo Manara nasceu em Luson em 1945 e é um mestre dos quadrinhos de fama internacional. Foi consagrado em meados da década de 1970 com O rei macaco (roteiro de Silverio Pisu), H.P. e Giuseppe Bergman, L’uomo delle nevi (roteiro de Alfredo Castelli) e o volume 2 de Bergman. Lançou em seguida O homem de papel e Verão índio, que marca a primeira colaboração com Hugo Pratt. Com Clic 1, a produção de Manara é orientada para o erotismo, como confirmam os posteriores O perfume do invisível e Câmera indiscreta. No mesmo período, a partir de um conto de Federico Fellini, Manara adaptou Viagem a Tulum. Nos anos 1990 são publicados El Gaucho (textos de Pratt), Clic 2 e Il viaggio de G. Mastorna, detto Fernet, novamente com Fellini. No novo milênio lança Tre ragazze nella rete, Fuga da Piranesi e 46, cujo protagonista é o motociclista Valentino Rossi. Manara também trabalhou em colaboração com alguns roteiristas internacionais de prestígio: Alejandro Jodorowsky (Bórgia), Neil Gaiman (Sandman: Noites sem fim) e Chris Claremont (X-Men: Garotas em fuga). Caravaggio: a morte da virgem, um de seus trabalhos mais recentes, é uma biografia do pintor italiano em história em quadrinhos.

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