Bar sonnets and yard poems

Bar sonnets and yard poems

R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sinopse

Sonetos de birosca e poemas de terreiro is a witty book that, besides revealing Luiz Antonio Simas' rare ability to write verse, teaches with great skill the details that make popular and suburban life a unique experience of pleasures, transcendence and illumination.

In his first book of poetry, Luiz Antonio Simas once and for all establishes himself as one of the best and most versatile storytellers working in the country. Here, a collection of stories and curiosities about popular life are told in verse. Possessing a singular wisdom about the cultures that shape the identity of the Brazilian people and deeply attentive to the diversity of macumba and Catholicism, Simas composes sonnets and poems in free verse that lead his curious and mocking spirit to explore the limits of lyricism, humor, and faith. A lover of bars, pubs, and pubs, a follower of the precepts and respecter of mysteries, a regular at the jogo do bicho table and soccer afternoons at the Maracanã, his wisdom is accompanied by generous doses of cachaça and well-pulled draft beer, accompanied by the most delicious delicacies served on trays by the best waiters. The chemistry is perfect, and everything fits together.

"Simas, a wizard of words, shows that the bar and the terreiro meet, for both are places par excellence for intersections. Where people, thoughts, deities, and feelings collide, each leaving its mark on the other, knowingly or unknowingly, willingly or unwillingly. And from there, from the terreiro or the bar, each leaves carrying a little bit of the other." – Rafel Haddock-Lobo

ISBN978-655-847-108-0
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade10 mm
Lançamento10/10/2022
Páginas120
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R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sobre o autor

Luiz Antonio Simas

Sobre Luiz Antônio Simas

Sou um carioca criado em uma família nordestina, vinda de Alagoas e Pernambuco. Minha avó, a Dona Deda, era rezadeira e mãe de santo de um terreiro em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Minha família tinha o costume de dar doces para a meninada em todos os anos, no dia de São Cosme e de São Damião. Ao lado dos meus irmãos e amigos, eu saia cedinho para percorrer as ruas em busca de suspiros, pirulitos, cocadas e mariolas. A tradição continua. Hoje somos eu e a Candida, minha companheira, que distribuímos doces, e é o meu filho, o Benjamin, que corre atrás de guloseimas pelas ruas da Zona Norte da cidade.

Sobre Camilo Martins

Nasci na cidade do Rio de Janeiro, onde aprendi desde cedo que Cosme e Damião viviam nas ruas. Minha avó, com uma promessa e fé inabalável nos santinhos guris, conseguiu botar um teto sobre sua cabeça e ter uma vida mais digna. Cresci numa família de oficineiros de saquinhos de Cosme e Damião, até hoje nos reunimos para fazer os saquinhos que se espalham pela cidade. Hoje, minha avó se juntou com as três estrelas lá do céu, mas tenho certeza que continua salpicando açúcar em cima da gente. Aprendi a desenhar quando criança e continuo a desenhar pelas crianças. Me formei em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ e ilustro desde 2017. Em livros, roupas, paredes e todo o canto. O acordo da minha avó com os pequenos deu a ela a sua vida, a sua fé e a sua dignidade. E meu acordo com eles me deu o desenho.

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