35 noites de paixão: Contos escolhidos (edição de bolso)

35 noites de paixão: Contos escolhidos (edição de bolso)

Contos escolhidos
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Sinopse
“Considero Dalton Trevisan um excelente contista, que se mantém num caminho firme. Ele teve a coragem de adotar a narrativa curta num tempo em que esta ainda não era predominante.” Antônio Candido, Revista Veja “Trevisan é brilhante ao transmitir o tom, a atmosfera, a realidade dos fatos. Sua arte é corajosa.” The New York Times Dois contos acrescentados ao livro 33 contos escolhidos, formando 35 contos do curitibano premiado Dalton Trevisan. Seleção feita pelo próprio autor, que considera esses textos os melhores em toda sua obra. Contos enxutos e secos que retratam sua ficção de primeira qualidade. A coletânea traz histórias consagradas como Capitu sou eu, A faca no coração, Lincha tarado, lincha e Cemitério de elefantes, entre outras. Nelas reaparecem os temas recorrentes de Trevisan: os desastres do amor, os infernos particulares, a guerra dos sexos, as cenas da vida cotidiana, a condição humana. Tudo composto com exímia acuidade poética. Nada se perde na preciosa essência de suas tramas. Os livros do escritor já foram traduzidos para diversos idiomas, como o inglês, o espanhol e o italiano. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de TV. No Brasil, Trevisan teve textos adaptados para o cinema e para a TV.
ISBN978-857-799-161-7
Tradutor
Altura180 mm
Largura120 mm
Profundidade8 mm
Lançamento02/09/2009
Páginas168
Ver informações completas
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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