O beijo na nuca

O beijo na nuca

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Sinopse
Quadragésimo sexto livro de Dalton Trevisan, O beijo na nuca reúne 48 contos e marca o retorno do mestre do conto brasileiro a histórias maiores. Título ao mesmo tempo irônico e revelador, mescla as histórias trágicas e apaixonantes que se repetem ao longo do livro, mas também servem, em parte, como imagem para a linguagem incisiva e veloz do consagrado autor. Dalton ficcionaliza o desventurado ciclista, o desgracido atropelado. O enigmático Sinbad e suas aventuras. E sem abandonar seus bons e velhos personagens, o tradicional coronel. Reconhecido mundialmente, traduzido para muitas línguas e objeto de incontáveis estudos, Dalton Trevisan volta aos contos maiores e com mais lirismo em O beijo na nuca. • Dono de um estilo único, sintático e sugestivo, recebeu os principais prêmios literários para autores de língua portuguesa, como o Prêmio Camões (2012); Machado de Assis (Academia Brasileira de Letras, 2012) pelo conjunto de sua obra; Prêmio Portugal Telecom 2003 com Pico na veia; Prêmio Clarice Lispector da Fundação Biblioteca Nacional 2008 por O maníaco do olho verde e o Prêmio Jabuti. • Sua obra está publicada em vários países, entre eles, Estados Unidos, França, Alemanha, Argentina, Portugal e Holanda. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de televisão. No Brasil, Trevisan teve textos adaptados para o cinema (Guerra conjugal, em 1975) e para a televisão.
ISBN978-850-106-878-1
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade9 mm
Lançamento24/10/2014
Páginas144
Ver informações completas
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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