O coração disparado

O coração disparado

Autor: Adélia Prado
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sinopse
"Vencedor do Prêmio jabuti em 1978, O CORAÇÃO DISPARADO consagrou a autora como a voz mais feminina da poesia brasileira. Nele, Adélia aprofunda um dos temas que se tornariam marca de sua obra: a religiosidade. “A experiência religiosa é uma experiência poética. A poesia aponta para o mesmo lugar para onde a fé nos leva. São experiências de natureza comum. Tanto é verdade que a linguagem é a mesma. Os textos míticos são paradoxos, falam por metáforas, porque falam do indizível. A poesia é a mesma coisa”, explica Adélia. "
ISBN978-850-107-507-9
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade13 mm
Lançamento31/07/2006
Páginas160
Ver informações completas
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Adélia Prado

Adélia Luzia Prado de Freitas nasceu em 13 de dezembro de 1935, na cidade de Divinópolis, Minas Gerais, onde vive até hoje. Escreveu seus primeiros versos aos 15 anos, em 1950, logo após o falecimento de sua mãe. Em 1958, casou-se com José Assunção de Freitas, funcionário do Banco do Brasil. O casal teve cinco filhos. Antes do nascimento da última filha, a escritora e o marido iniciaram o curso de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis. Adélia formou-se em 1973, um ano após a morte do pai. Poucos anos depois, enviou os originais de seus poemas ao crítico e escritor Affonso Romano de Sant’Anna, que os submeteu à apreciação de Carlos Drummond de Andrade. O poeta mineiro considerou os poemas “fenomenais” e indicou sua publicação a Pedro Paulo de Sena Madureira, da Editora Imago. O editor, empolgado com o que leu, decidiu publicar os originais, o que resultou no lançamento de Bagagem, no Rio de Janeiro, em 1976, com a presença de Antônio Houaiss, Raquel Jardim, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Affonso Romano de Sant’Anna e Nélida Piñon, entre outros intelectuais e escritores. Em 1980, ela fundou sua companhia de teatro amador, Cara e Coragem, para a qual adaptou e dirigiu peças de Dias Gomes e Ariano Suassuna. Em parceria com o colega Lázaro Barreto, escreveu um auto de Natal intitulado O clarão. Vencedora de inúmeros prêmios literários – entre os quais, o Jabuti, o da Academia Brasileira de Letras e, por duas vezes, o da Biblioteca Nacional –, Adélia Prado foi condecorada pelo Governo Brasileiro com a Ordem do Mérito Cultural, em 2014.

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O coração disparado