O jardim das oliveiras

O jardim das oliveiras

Autor: Adélia Prado
Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501924919
Sinopse

Livro vencedor do Prêmio Biblioteca Nacional 2026 na Categoria Poesia.

Doze anos após o lançamento de sua última obra, Adélia Prado, vencedora dos prêmios Camões e Machado de Assis, retorna à poesia com O jardim das oliveiras, uma reunião de 105 poemas inéditos.

Após doze anos sem publicar um livro inédito desde o comovente Miserere (2013), Adélia Prado retorna ainda mais profunda e madura em O jardim das oliveiras, um livro que é ao mesmo tempo síntese e reinvenção de sua obra, um mergulho poético na aridez e na transcendência, no mistério e na lucidez.

Os poemas aqui reunidos retomam temáticas vivas na obra da autora, como o conflito essencial entre luz e sombra, fé e dúvida, poesia e silêncio. Em versos de grande força simbólica, o sagrado e o cotidiano se entrelaçam com rigor e desatino. A poeta elabora uma reflexão radical sobre a origem da linguagem poética e seu papel diante do mundo — “era Deus quem doía em mim”, escreve, em um dos momentos mais cortantes da obra.

A poesia aqui se mostra em estado de vigília: há ecos metalinguísticos, diálogos com a própria história literária da autora, desde o nascimento de Bagagem até a comunhão mais serena com o mistério. É um livro que ouve vozes — as do povo, de Minas, do divino, da vida íntima — e as entrelaça com extrema precisão sonora, clareza lírica e uma compaixão crescente pela condição humana.

Agora, a tempo de comemorar os prêmios Camões e Machado de Assis (ABL), conquistados em 2024, e os 90 anos da autora, completados em dezembro de 2025, O jardim das oliveiras chega aos leitores com capa do premiado designer Leonardo Iaccarino, criada a partir da tela Cactus (1983), da artista plástica mineira Fani Bracher.

ISBN978-850-192-491-9
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade11 mm
Lançamento08/09/2025
Páginas144
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501924919
Sobre o autor

Adélia Prado

Adélia Prado nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, em 1935, onde reside até hoje. Sua formação é em Magistério e Filosofia. Em 1976, publicou Bagagem. O ano de 1978 marca o lançamento de O coração disparado, que é agraciado com o Prêmio Jabuti. Estréia em prosa no ano seguinte, com Solte os cachorros, e logo depois publica Cacos para um vitral. Em 1981 lança Terra de Santa Cruz. Os componentes da banda é publicado em 1984 e, a seguir, O pelicano e A faca no peito. Em 1991 é publicada sua Poesia reunida. Em 1994, após anos de silêncio poético, ressurge com o livro O homem da mão seca. Em 1999 são lançados Manuscritos de Felipa, Oráculos de maio e sua Prosa reunida. Em agosto de 2000, pelo selo Karmim, grava o CD O tom de Adélia Prado, onde lê poemas do livro Oráculos de maio. Em novembro de 2001, lança Filandras, volume com 43 crônicas.

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