Quando eu era pequena

Quando eu era pequena

Autor: Adélia Prado
R$ 64,90
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ou 3x de R$ 21,63
Sinopse

Vencedora do premio jabuti de 1978, Adélia Prado escreve suas memórias de criança neste classico da literatura infantil.

Em Quando eu era pequena, Adélia Prado abre a porta de sua infância e convida o leitor a entrar num mundo onde o cotidiano ganha brilho, poesia e encanto. Com a sensibilidade que a consagrou, ela transforma lembranças simples — a casa, a família, a escola, os medos e descobertas — em pequenas joias literárias que celebram a beleza do viver.

Neste livro, a infância não é apenas um tempo passado, mas um território afetivo onde cada gesto tem significado e cada memória pulsa com emoção. A beleza das ilustrações em harmonia com um texto primoroso desperta sensações como cheiros, sabores, tristezas e alegrias que são capazes de remeter os adultos às memórias do passado e as crianças a um maravilhoso mundo de descobertas.

ISBN978-850-107-475-1
Tradutor
Altura280 mm
Largura210 mm
Profundidade2 mm
Lançamento27/03/2006
Páginas32
Ver informações completas
R$ 64,90
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ou 3x de R$ 21,63
Sobre o autor

Adélia Prado

Adélia Luzia Prado de Freitas nasceu em 13 de dezembro de 1935, na cidade de Divinópolis, Minas Gerais, onde vive até hoje. Escreveu seus primeiros versos aos 15 anos, em 1950, logo após o falecimento de sua mãe. Em 1958, casou-se com José Assunção de Freitas, funcionário do Banco do Brasil. O casal teve cinco filhos. Antes do nascimento da última filha, a escritora e o marido iniciaram o curso de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis. Adélia formou-se em 1973, um ano após a morte do pai. Poucos anos depois, enviou os originais de seus poemas ao crítico e escritor Affonso Romano de Sant’Anna, que os submeteu à apreciação de Carlos Drummond de Andrade. O poeta mineiro considerou os poemas “fenomenais” e indicou sua publicação a Pedro Paulo de Sena Madureira, da Editora Imago. O editor, empolgado com o que leu, decidiu publicar os originais, o que resultou no lançamento de Bagagem, no Rio de Janeiro, em 1976, com a presença de Antônio Houaiss, Raquel Jardim, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Affonso Romano de Sant’Anna e Nélida Piñon, entre outros intelectuais e escritores. Em 1980, ela fundou sua companhia de teatro amador, Cara e Coragem, para a qual adaptou e dirigiu peças de Dias Gomes e Ariano Suassuna. Em parceria com o colega Lázaro Barreto, escreveu um auto de Natal intitulado O clarão. Vencedora de inúmeros prêmios literários – entre os quais, o Jabuti, o da Academia Brasileira de Letras e, por duas vezes, o da Biblioteca Nacional –, Adélia Prado foi condecorada pelo Governo Brasileiro com a Ordem do Mérito Cultural, em 2014.

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