The presumed heart of America

The presumed heart of America

R$ 69,90
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ou 3x de R$ 23,30
Sinopse
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Originally published in 2002, *The Presumable Heart of America *, in a new edition by Editora Record, brings together some of these speeches, delivered by award-winning writer Nélida Piñon between 1985 and 2002. Her deep Galician roots and her connection to Brazil and Latin America shape the 26 texts, which seem to anticipate her 2009 memoir *Coração Andarilho* , forming an emotional and cultural panorama of all that is her ancestors. Whether it's receiving the prestigious Juan Rulfo Prize in Mexico for her body of work—which prompted the book's eponymous speech, in which the writer elevates a punished and tarnished Latin America to its rightful place in a declaration of love—or her acknowledgement of the title of Doctor Honoris Causa. As the equally immortal Marco Lucchesi presents in the book's introduction, the most celebrated of our writers evokes—whether at the University of Santiago de Compostela, the Brazilian Academy of Letters, or the Guadalajara fair—her ancestral land, roots, and foundation. Galicia and Brazil, as image and mirror.

One of the greatest ladies of Brazilian literature, Nélida is accustomed to speaking to audiences. Over the past decades dedicated to literature, the author of "Vozes do deserto" —which earned her the Jabuti Prize for best novel and book of the year in 2005—brings a wealth of national and international awards for her acclaimed work, honorary degrees from universities around the world, and conferences.

Inducted as an immortal by the Brazilian Academy of Letters in 1990, she was the first woman to preside over the organization, in the year of its centennial. In her speeches, however, Nélida always took care to avoid the ephemeral nature typical of ceremonies. Her texts, on the contrary, stand out as a collection of admirable portraits of literature and intellectual activity on the continent, replete with perspectives where memoir, essays, and fiction combine under the framework of poetry.

"It's a book with many readings. It can be read as a diffuse prose poem. Or as a novel. Because the high voltage of these essays proves to the full the plural index of a high literature. And, not without reason, Nélida is the strong name of Brazilian literature, which leans out the window of the world," attests Marco Lucchesi.

A mix of genres, The Presumable Heart of America achieves an exquisite result, where Nélida Piñon reaffirms her ability to create the best literature.

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ISBN978-850-109-256-4
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade14 mm
Lançamento04/05/2011
Páginas256
View full details
R$ 69,90
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Sobre o autor

Nélida Piñon

Alberto Mussa é contista e romancista. Em 2020, publicou o livro de ensaios A origem da espécie, que investiga a gênese do conceito de humanidade a partir dos mitos da origem do fogo. Além de figurar em listas de “melhores do ano” de veículos como Veja, O Globo e Folha, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, Academia Brasileira de Letras, Oceanos, Machado de Assis (FBN) e APCA.

Nélida Piñon estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Vencedora dos mais importantes prêmios de literatura no Brasil, ganhou no exterior os prêmios Juan Rulfo, do México; Jorge Isaacs, da Colômbia; Gabriela Mistral, do Chile; Rosalía de Castro, e Menéndez Pelayo, da Espanha, e Príncipe de Astúrias. Em 1990, foi empossada como imortal pela Academia Brasileira de Letras e, em 1996, por ocasião do centenário da Academia, tornou-se a primeira mulher a presidi-la.

Francisco Azevedo é romancista, dramaturgo, roteirista, poeta e ex-diplomata. Seu primeiro romance, o best-seller O arroz de Palma, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. É autor, também pela Editora Record, de Doce Gabito, Os novos moradores e A roupa do corpo, que completa a tetralogia de sagas familiares, e de Eu sou eles, livro que reúne fragmentos de sua obra na literatura, no teatro e no cinema.

Antônio Torres estreou na literatura em 1972, com o romance Um cão uivando para a lua, que causou grande impacto na crítica e no público. Entre seus livros, destacam-se Trilogia Brasil (Essa terra, O cachorro e o lobo e Pelo fundo da agulha) e Querida cidade, de 2021. É membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia de Letras da Bahia, da Academia Petropolitana de Letras e da Academia Contemporânea de Letras (São Paulo), e sócio correspondente da Academia de Ciências de Lisboa.

Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte em 1964. Largou um curso de matemática e se formou em jornalismo e publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e é sócia e diretora de criação da agência de comunicação Lápis Raro. É autora dos romances Tudo é rio, best-seller que já vendeu mais de 100 mil exemplares, A natureza da mordida e Véspera.

Nei Lopes é compositor de música popular e autor dos romances Rio Negro, 50 e O preto que falava iídiche, e dos contos de Nas águas desta baía há muito tempo, todos pela Editora Record. Ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não Ficção e Livro do Ano com o Dicionário da história social do samba, em coautoria com Luiz Antonio Simas. Em 2022, recebeu a medalha Luiz Gama, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), pela atuação em prol dos direitos humanos e do Estado democrático de Direito.

Claudia Lage é autora do livro de contos A pequena morte e outras naturezas e do romance Mundos de Eufrásia, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em 2013, lançou o livro Labirinto da palavra, com ensaios-crônicas sobre literatura e criação literária, que recebeu o Prêmio de Literatura de Brasília e foi finalista do Prêmio Portugal Telecom. Em 2019, lançou o romance O corpo interminável, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de Melhor Romance de Ficção do Ano, em 2020.

Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances desde Trapo (1988), entre eles Juliano Pavollini, A suavidade do vento, O professor, A tradutora e A tirania do amor. Lançou ainda Beatriz, uma seleção de contos, duas coletâneas de crônicas – Um operário em férias e A máquina de caminhar — e uma autobiografia literária, O espírito da prosa. O filho eterno, seu romance de maior destaque, ganhou os mais importantes prêmios literários brasileiros, foi traduzido em uma dezena de países e virou filme e peça de teatro.

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