The faces I have

The faces I have

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786555877533
Sinopse

"Living requires artistic state." In a posthumous and unpublished work, the acclaimed author Nélida Piñon weaves together, through 147 chapters, her literary testament: The Faces I Have .

Nélida Pinõn believed in the importance of leaving traces. Traces of existence, of creation itself, of words that become part of a legacy for those who remain. With 147 short chapters reminiscent of the structure of a diary, the acclaimed author sculpts an extensive plurality of masks that float through the meanders of life, art, and mortality. Alongside the rush to write against the grain of her remaining time, she dwells not in self-pity, but in celebration: "I fight for my days to be festive. Just by being alive, even without a concrete reason, I raise the cup of illusion." A posthumous and unpublished work, Os rostos que tenho is, according to writer Rodrigo Lacerda, Nélida Piñón's "literary testament."

The first writer to become president of the Brazilian Academy of Letters (ABL) knew the social and literary role played by the records we leave behind, the memories we strive to preserve. Through short texts that, however, never risk fading beneath the surface, Nélida delves into her own masks, weaving a cohesive, complex, and multifaceted life balance. *The Faces I Have* presents us with glimpses of her childhood, in which Spanish and Portuguese intertwine, creating a cultural symphony that echoes through her life and her literature. We are also invited to explore her intimate relationship with words, with creation, and with her contemporaries. In a profound reflection on mortality, we recognize the preciousness of her traces and desires for memory.

The preface to this first edition, written by writer – and Nélida Piñon’s editor – Rodrigo Lacerda, leaves a message to the reader:

There would still be much to say about Nélida Piñon's literary testament and her changing faces, or, as chapter 46 puts it, her "masks." It's best, however, to let readers be surprised by the book. And to be moved by the final questions Nélida leaves hanging in the air, seeing the end of a lifetime dedicated to the power of invention and reinvention through words approaching.

ISBN978-655-587-753-3
Tradutor
Altura225 mm
Largura155 mm
Profundidade13 mm
Lançamento20/11/2023
Páginas266
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786555877533
Sobre o autor

Nélida Piñon

Alberto Mussa é contista e romancista. Em 2020, publicou o livro de ensaios A origem da espécie, que investiga a gênese do conceito de humanidade a partir dos mitos da origem do fogo. Além de figurar em listas de “melhores do ano” de veículos como Veja, O Globo e Folha, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, Academia Brasileira de Letras, Oceanos, Machado de Assis (FBN) e APCA.

Nélida Piñon estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Vencedora dos mais importantes prêmios de literatura no Brasil, ganhou no exterior os prêmios Juan Rulfo, do México; Jorge Isaacs, da Colômbia; Gabriela Mistral, do Chile; Rosalía de Castro, e Menéndez Pelayo, da Espanha, e Príncipe de Astúrias. Em 1990, foi empossada como imortal pela Academia Brasileira de Letras e, em 1996, por ocasião do centenário da Academia, tornou-se a primeira mulher a presidi-la.

Francisco Azevedo é romancista, dramaturgo, roteirista, poeta e ex-diplomata. Seu primeiro romance, o best-seller O arroz de Palma, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. É autor, também pela Editora Record, de Doce Gabito, Os novos moradores e A roupa do corpo, que completa a tetralogia de sagas familiares, e de Eu sou eles, livro que reúne fragmentos de sua obra na literatura, no teatro e no cinema.

Antônio Torres estreou na literatura em 1972, com o romance Um cão uivando para a lua, que causou grande impacto na crítica e no público. Entre seus livros, destacam-se Trilogia Brasil (Essa terra, O cachorro e o lobo e Pelo fundo da agulha) e Querida cidade, de 2021. É membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia de Letras da Bahia, da Academia Petropolitana de Letras e da Academia Contemporânea de Letras (São Paulo), e sócio correspondente da Academia de Ciências de Lisboa.

Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte em 1964. Largou um curso de matemática e se formou em jornalismo e publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e é sócia e diretora de criação da agência de comunicação Lápis Raro. É autora dos romances Tudo é rio, best-seller que já vendeu mais de 100 mil exemplares, A natureza da mordida e Véspera.

Nei Lopes é compositor de música popular e autor dos romances Rio Negro, 50 e O preto que falava iídiche, e dos contos de Nas águas desta baía há muito tempo, todos pela Editora Record. Ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não Ficção e Livro do Ano com o Dicionário da história social do samba, em coautoria com Luiz Antonio Simas. Em 2022, recebeu a medalha Luiz Gama, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), pela atuação em prol dos direitos humanos e do Estado democrático de Direito.

Claudia Lage é autora do livro de contos A pequena morte e outras naturezas e do romance Mundos de Eufrásia, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em 2013, lançou o livro Labirinto da palavra, com ensaios-crônicas sobre literatura e criação literária, que recebeu o Prêmio de Literatura de Brasília e foi finalista do Prêmio Portugal Telecom. Em 2019, lançou o romance O corpo interminável, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de Melhor Romance de Ficção do Ano, em 2020.

Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances desde Trapo (1988), entre eles Juliano Pavollini, A suavidade do vento, O professor, A tradutora e A tirania do amor. Lançou ainda Beatriz, uma seleção de contos, duas coletâneas de crônicas – Um operário em férias e A máquina de caminhar — e uma autobiografia literária, O espírito da prosa. O filho eterno, seu romance de maior destaque, ganhou os mais importantes prêmios literários brasileiros, foi traduzido em uma dezena de países e virou filme e peça de teatro.

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