One day I will arrive in Sagres

One day I will arrive in Sagres

R$ 79,90
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Sinopse
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Nélida Piñon hadn't published a new novel since her award-winning "Vozes do deserto" (Voices of the Desert ) in 2004. "One Day I'll Arrive in Sagres" is, therefore, a literary achievement in itself. The author offers us a powerful epic, set in the 19th century, in the heart of Portugal, a product of faith in oral tradition and the culture of memory.

Nélida moves us—with Mateus, the narrator, as her body; and Camões, the north, as her soul—through the land, through the ground that is also a river, until the road becomes the sea. The journey—the launching—is the destiny of those people.

The dam—an entire sea to cross—is Vicente. The grandfather. The one who raised Mateus, the son of a prostitute and grandson of an unknown father. A grandson who embodies the Portuguese countryside. Into the intimate, powerful fabric of these relationships, where the dryness of gestures and words prevails, Nélida Piñon pours some of the elements that make up the imaginary of her fiction: not just the village, but the universe of the village; not just the animals, but the sacredness of animals; not just God, but the presence of God; not just sex, but the sex that governs the indomitable instinct.

Vicente, the skeptic, dies; the dam is raised. Mateus leaves, a Vasco da Gama in his desires. The village remains. Mateus, from the top of São Jorge Hill, a glimpse of the Tagus River, narrates. Amélia, the woman from the East, narrates; who knows, hope? Still Vicente, a memory of the past, the legacy of Prince Henry the Navigator. Always under the eternal fantasy, the obsession of one day reaching Sagres.

It tells the story of Portugal—of a civilization—through the saga of an individual, perhaps an intrepid peasant. It's impossible not to find in the character of this fascinating epic by Nélida Piñon—this century-old book—a new "A República dos sonhos ," a landmark novel in Portuguese literature.

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ISBN978-655-587-112-8
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade24 mm
Lançamento02/11/2020
Páginas512
View full details
R$ 79,90
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ou 3x de R$ 26,63
Sobre o autor

Nélida Piñon

Alberto Mussa é contista e romancista. Em 2020, publicou o livro de ensaios A origem da espécie, que investiga a gênese do conceito de humanidade a partir dos mitos da origem do fogo. Além de figurar em listas de “melhores do ano” de veículos como Veja, O Globo e Folha, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, Academia Brasileira de Letras, Oceanos, Machado de Assis (FBN) e APCA.

Nélida Piñon estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Vencedora dos mais importantes prêmios de literatura no Brasil, ganhou no exterior os prêmios Juan Rulfo, do México; Jorge Isaacs, da Colômbia; Gabriela Mistral, do Chile; Rosalía de Castro, e Menéndez Pelayo, da Espanha, e Príncipe de Astúrias. Em 1990, foi empossada como imortal pela Academia Brasileira de Letras e, em 1996, por ocasião do centenário da Academia, tornou-se a primeira mulher a presidi-la.

Francisco Azevedo é romancista, dramaturgo, roteirista, poeta e ex-diplomata. Seu primeiro romance, o best-seller O arroz de Palma, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. É autor, também pela Editora Record, de Doce Gabito, Os novos moradores e A roupa do corpo, que completa a tetralogia de sagas familiares, e de Eu sou eles, livro que reúne fragmentos de sua obra na literatura, no teatro e no cinema.

Antônio Torres estreou na literatura em 1972, com o romance Um cão uivando para a lua, que causou grande impacto na crítica e no público. Entre seus livros, destacam-se Trilogia Brasil (Essa terra, O cachorro e o lobo e Pelo fundo da agulha) e Querida cidade, de 2021. É membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia de Letras da Bahia, da Academia Petropolitana de Letras e da Academia Contemporânea de Letras (São Paulo), e sócio correspondente da Academia de Ciências de Lisboa.

Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte em 1964. Largou um curso de matemática e se formou em jornalismo e publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e é sócia e diretora de criação da agência de comunicação Lápis Raro. É autora dos romances Tudo é rio, best-seller que já vendeu mais de 100 mil exemplares, A natureza da mordida e Véspera.

Nei Lopes é compositor de música popular e autor dos romances Rio Negro, 50 e O preto que falava iídiche, e dos contos de Nas águas desta baía há muito tempo, todos pela Editora Record. Ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não Ficção e Livro do Ano com o Dicionário da história social do samba, em coautoria com Luiz Antonio Simas. Em 2022, recebeu a medalha Luiz Gama, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), pela atuação em prol dos direitos humanos e do Estado democrático de Direito.

Claudia Lage é autora do livro de contos A pequena morte e outras naturezas e do romance Mundos de Eufrásia, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em 2013, lançou o livro Labirinto da palavra, com ensaios-crônicas sobre literatura e criação literária, que recebeu o Prêmio de Literatura de Brasília e foi finalista do Prêmio Portugal Telecom. Em 2019, lançou o romance O corpo interminável, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de Melhor Romance de Ficção do Ano, em 2020.

Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances desde Trapo (1988), entre eles Juliano Pavollini, A suavidade do vento, O professor, A tradutora e A tirania do amor. Lançou ainda Beatriz, uma seleção de contos, duas coletâneas de crônicas – Um operário em férias e A máquina de caminhar — e uma autobiografia literária, O espírito da prosa. O filho eterno, seu romance de maior destaque, ganhou os mais importantes prêmios literários brasileiros, foi traduzido em uma dezena de países e virou filme e peça de teatro.

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