The dwarf and the nymphet

The dwarf and the nymphet

R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sinopse
With his unmistakable style, Dalton Trevisan proves, once again, why he is considered one of the greatest contemporary Brazilian short story writers. Winner of the 2003 Portugal Telecom Prize for "Pico na Veina" and the 2008 Clarice Lispector Award from the National Library Foundation for "O Maníaco do Olho Verde," he was a finalist for the Portugal Telecom Prize for his latest books, "Violets and Peacocks" (2010) and "Desgracida" (2011). Averse to interviews, the reclusive writer from Curitiba has amassed a legion of fans that grows proportionally to his apparent shyness. The more he refuses to appear, the more eager critics and the public become for his next work. All information about the author is brief and self-contained, a fragment that merges with others to form a homogeneous piece—like many of his books. In "The Dwarf and the Nymph," his new collection of short stories, the enigmatic writer once again unleashes his biting language and unusual dialogue as he explores the many facets of the human condition. The renowned biting irony, intense eroticism, and characteristic sarcasm of his stories are present in 40 previously unpublished short stories, including the book's title. A welcome gift for fans and, for those unfamiliar with the Vampire of Curitiba's distinctive style, an excellent introduction to the work of one of Brazil's most renowned writers.
ISBN978-850-109-479-7
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade10 mm
Lançamento24/08/2011
Páginas160
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R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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