Erotic stories

Erotic stories

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501921161
Sinopse

Erotic Tales , an important anthology by Dalton Trevisan organized by the author himself, returns with a new cover, a blurb by Fernanda Torres and a new comic strip by Laerte.

Nelsinho, the sex-feeding vampire, a hero created by Dalton Trevisan and the protagonist of the short story "The Night of Passion," originally published in the classic The Vampire of Curitiba (1965), reappears alongside other "lovesick" characters in Erotic Tales , an anthology edited by Dalton himself. Among the sixteen short stories collected here are some classics from the Vampire of Curitiba's vast repertoire: "Dinorá, Moça do prazer," "Cântico dos cânticos," "Lincha perrado, lyncha," "Meu querido matou" and "Mister Curitiba."

These stories are wrapped in a rich fabrication, typical of Dalton Trevisan's work, which places him in a select group of writers who have created true "fictional worlds."

Drawing on her renowned, economical writing, Trevisan covers a multitude of themes within the "sexual" arc: from guilt to sin; from rape to virginity; from betrayal to desire. Always subliminally maintaining a dialogue with religiosity, another defining characteristic of her characters. In a previously unpublished blurb written especially for this new edition, actress, writer, and screenwriter Fernanda Torres comments that "desire, in this book, is synonymous with misery, sex without mercy, guilt without forgiveness. Erotic tales ," the cover announces, "I would say obscene. Obscene would be the most accurate term for this selection of gems."

Published between the 1960s and 1980s, these Erotic Tales show how Dalton Trevisan transcends time while remaining relevant and current, even when discussing a subject as fluid, broad, and open to new interpretations as sex.

ISBN978-850-192-116-1
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade11 mm
Lançamento10/06/2024
Páginas128
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501921161
Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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