Dear killer

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Sinopse
The vampire of Curitiba has been left in the dust. He no longer needs to stand on the corner, hand in pocket, hiding the werewolf's hairy paw, waiting for the virgin's kiss, the caterpillar's bite. Dalton Trevisan has already hung it in the closet, next to the calendar of saints. And he departed, an adventurous poet of the city's minuscule/capital-letter dramas. To the breathtaking revelation of his new and rich characters, always the same in appearance, always different in essence. What also appears in this "Dear Assassin" is a new surprise from an increasingly better writer, reserved, above all, for those who have become crystallized in the ease of misreading and assuming the truth conforms to the cliché of incompetence: "But he always writes the same book!" Panic eroticism—as M. Cavalcanti Proença aptly wrote—anarchic morality, merciless humor, Dalton adds 16 more short stories to his oeuvre, 16 pearls set in the jewel engraved with the initials DT. Love triangles, adultery, seduction, murder, beatings, rape. Love and hate. Dalton's world. Violence and kitsch, denunciation and farce: "Dear Assassin" fascinates the reader like that mother-of-pearl brooch on a velvet neckline. With his guerrilla style of precise dialogue, hallucinatory ellipses, and unexpected images that target the readers' reason and emotions, these poor puppets manipulated by the Mephistophelian and miraculous author. With such arts and magic, why does Dalton still need an old vampire?
ISBN978-850-102-335-3
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade10 mm
Lançamento01/10/1983
Páginas158
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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