Rita Ritinha Ritona

Rita Ritinha Ritona

R$ 54,90
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Sinopse
Vampires flee from crosses and garlic. The most famous Brazilian vampire, Dalton Trevisan, from Curitiba, flees from journalists. He doesn't give interviews and, like his friends from Transylvania, he also doesn't allow himself to be photographed. Aloof, he lives for his writing, especially his short stories, of which he has become a master. His dedication enchants audiences and critics. Winner of the 2003 Portugal Telecom Prize with Pico in his veins, Dalton proves with each new work why he is one of the most renowned contemporary Brazilian short story writers. In Rita Ritinha Ritona, a collection of short stories, Dalton Trevisan narrates with biting humor the fatalities and eccentricities of human relationships. His native Curitiba always appears as one of the main characters. There are seventeen short stories, fifteen of which are previously unpublished, in his characteristic telegraphic style, where periods and dashes count as much as words. Here, we find lolitas who enchant older men, urban violence, and overwhelming passions. Rita Ritinha Ritona speaks of the disasters of love, private hells, the war of the sexes, scenes from everyday life, and the human condition. All composed with a precise search for words. Nothing is lost in the essence of her plots. The texts, constructed with cutting irony and caustic humor, cast an objective eye on the human condition.
ISBN978-850-107-232-0
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade7 mm
Lançamento29/04/2005
Páginas128
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R$ 54,90
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

No dia 14 de junho de 1925, nasce Dalton Trevisan. Em Curitiba, é claro. A mesma Curitiba em que cresce e ganha a fama de "vampiro". A mesma Curitiba que eternizou em tantos contos - e que, justamente por isso, tem com ele um débito eterno. A mesma Curitiba cheia de mistérios. O próprio escritor é um deles: para se conceber um histórico de Trevisan, é preciso a habilidade das cerzideiras, cosendo retalhos aqui e ali, em uma ou outra reportagem, nas antigas e raras entrevistas. Formado em Direito, exerceu a função de repórter policial e crítico de cinema. Um acidente com o forno de uma olaria, em 1945, quase lhe tira a vida. Trevisan foi internado com fratura de crânio, mas se recuperou para editar, a partir do ano seguinte, a revista Joaquim, que duraria até 1949. Em 1950, o escritor vai para a Europa. Casa-se em 1953, tornando-se pai de duas filhas. Escondeu-se no anonimato para vencer um concurso de contos no Paraná, em 1968. Gosta de filmes de bangue-bangue e de passear pelas ruas da capital paranaense. Já teve livros traduzidos para diversos idiomas, como o inglês, o espanhol e o italiano. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de TV. No Brasil, alguns textos foram adaptados para o cinema e a TV. Seus livros são editados pela Record desde 1978. Durante anos, seus livros ganharam identidade visual criada pelo artista gráfico Poty. Depois, a parceria mudou: figuras em nanquim do dadaísta alemão George Grosz, resgatadas da Berlim do tempo da república Weimar, dão o tom apocalíptico que os escritos de Trevisan foram assumindo.

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