The vampire of Curitiba

The vampire of Curitiba

R$ 64,90
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ou 3x de R$ 21,63
Sinopse
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Winner of the 2012 Camões Prize, Dalton Trevisan reissues his most notable work with a new cover and the inclusion of the short story A velha querida.

Just as a vampire is capable of anything in its quest for blood satisfaction, the characters in the stories that comprise * The Vampire of Curitiba* seek, without guilt, shame, or censure, pleasure at any cost. Considered a masterpiece by the author, this book showcases Dalton Trevisan at his most classic: objective, concise, minimalist, and fond of literary references of all kinds, taking his blend of irony and pessimism to the most shocking and repulsive extremes of human degradation.

These stories represent extreme social, psychological or existential situations that, due to their absurdity, contain elements of parody, humor and fantasy, while also exploring the cruelty and sordidness revealed in the uncontrollable fantasies that determine the deepest impulses of human beings.

"The reaction one has when reading Trevisan is a kind of anger. Anger at the perfection of the author's discretion, at his absolute moral invisibility, when we know he must be lurking, hidden behind his style. But this anger, one supposes, is exactly what Trevisan wants from his readers." - Michael Wood, The New York Book Review

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ISBN978-850-101-363-7
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade7 mm
Lançamento01/08/1978
Páginas142
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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