The vampire of Curitiba

The vampire of Curitiba

R$ 64,90
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Sinopse
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Winner of the 2012 Camões Prize, Dalton Trevisan reissues his most notable work with a new cover and the inclusion of the short story A velha querida.

Just as a vampire is capable of anything in its quest for blood satisfaction, the characters in the stories that comprise * The Vampire of Curitiba* seek, without guilt, shame, or censure, pleasure at any cost. Considered a masterpiece by the author, this book showcases Dalton Trevisan at his most classic: objective, concise, minimalist, and fond of literary references of all kinds, taking his blend of irony and pessimism to the most shocking and repulsive extremes of human degradation.

These stories represent extreme social, psychological or existential situations that, due to their absurdity, contain elements of parody, humor and fantasy, while also exploring the cruelty and sordidness revealed in the uncontrollable fantasies that determine the deepest impulses of human beings.

"The reaction one has when reading Trevisan is a kind of anger. Anger at the perfection of the author's discretion, at his absolute moral invisibility, when we know he must be lurking, hidden behind his style. But this anger, one supposes, is exactly what Trevisan wants from his readers." - Michael Wood, The New York Book Review

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ISBN978-850-101-363-7
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade7 mm
Lançamento01/08/1978
Páginas142
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

No dia 14 de junho de 1925, nasce Dalton Trevisan. Em Curitiba, é claro. A mesma Curitiba em que cresce e ganha a fama de "vampiro". A mesma Curitiba que eternizou em tantos contos - e que, justamente por isso, tem com ele um débito eterno. A mesma Curitiba cheia de mistérios. O próprio escritor é um deles: para se conceber um histórico de Trevisan, é preciso a habilidade das cerzideiras, cosendo retalhos aqui e ali, em uma ou outra reportagem, nas antigas e raras entrevistas. Formado em Direito, exerceu a função de repórter policial e crítico de cinema. Um acidente com o forno de uma olaria, em 1945, quase lhe tira a vida. Trevisan foi internado com fratura de crânio, mas se recuperou para editar, a partir do ano seguinte, a revista Joaquim, que duraria até 1949. Em 1950, o escritor vai para a Europa. Casa-se em 1953, tornando-se pai de duas filhas. Escondeu-se no anonimato para vencer um concurso de contos no Paraná, em 1968. Gosta de filmes de bangue-bangue e de passear pelas ruas da capital paranaense. Já teve livros traduzidos para diversos idiomas, como o inglês, o espanhol e o italiano. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de TV. No Brasil, alguns textos foram adaptados para o cinema e a TV. Seus livros são editados pela Record desde 1978. Durante anos, seus livros ganharam identidade visual criada pelo artista gráfico Poty. Depois, a parceria mudou: figuras em nanquim do dadaísta alemão George Grosz, resgatadas da Berlim do tempo da república Weimar, dão o tom apocalíptico que os escritos de Trevisan foram assumindo.

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