Dora, Doralina

Dora, Doralina

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786558470083
Sinopse

A masterful novel about female emancipation.

Dôra, Doralina tells the story of Maria das Dores, a recent widow from a marriage of convenience, who leaves her mother's shadow and a life of subjugation to live in Fortaleza. In the capital of Ceará, Dôra becomes an actress and begins traveling throughout Brazil as a member of a ragtag theater company. On one trip, she meets the Commander, a man who awakens her deepest love and with whom she moves to Rio de Janeiro, abandoning theater. After experiencing the love few have the courage to experience, Dôra returns to her hometown, completing the cycle of experiences that transformed her into a different woman.

Dôra, Doralina, a work that marks Rachel de Queiroz's return to the romance genre, can be read as an expression of female emancipation, in which Dôra leaves the submissive condition of a woman to achieve the freedom to be whatever she wants and lead whatever life she chooses. A fascinating character, she is one of the most intense female figures in Brazilian literature.

After the publication of this work, Rachel de Queiroz was invited to take up chair number 5 at the Brazilian Academy of Letters, becoming the first woman to join the institution. In 1993, she received the Camões Prize.

ISBN978-655-847-008-3
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade21 mm
Lançamento30/11/2020
Páginas432
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786558470083
Rachel de Queiroz
Sobre o autor

Rachel de Queiroz

Marques Rebelo, pseudônimo de Edi Dias da Cruz, foi jornalista, poeta, contista, romancista e cronista. Nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de janeiro de 1907. Sua infância dividiu-se entre o bairro de Vila Isabel e a cidade mineira de Barbacena, para onde se mudou com a família aos 4 anos. Nunca lhe faltaram, no Rio ou em Minas, um terreno baldio para jogar futebol e livros para ler. No início dos anos 1920, ingressou na Faculdade de Medicina, que logo abandonou para se dedicar ao comércio em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda na década de 20, começou a escrever profissionalmente, no jornalismo. Marques Rebelo foi o romancista do Rio de Janeiro, herdeiro do amor pela cidade de Manuel Antônio de Almeida, Machado de Assis e Lima Barreto. Suas obras retratam as transformações dos anos de 1930 a 1960, a vida noturna, a boemia e a sensualidade, uma deliciosa crônica das ruas, dos bondes, da pequena burguesia. Em 1964 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Marques Rebelo faleceu a 26 de agosto de 1973, no Rio de Janeiro, que tanto amou.

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