John Michael

John Michael

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786558470809
Sinopse

João Miguel is the second novel written by Rachel de Queiroz, the first woman to win the Camões Prize.

Tristão de Athayde considered João Miguel the best of Rachel de Queiroz's four early novels. It's a prison drama. It's also a profoundly rural novel, like O Quinze . A crime and an acquittal. And between them, a betrayal, a betrayal of love. In João Miguel, the author reveals herself to be a master of creating vivid characters: a João Miguel coming to terms with his crime, a Salu, a Seu Doca, an Angélica. The work frees itself from its own author and lives on its own.

João Miguel is an ordinary man. Rachel astutely analyzes the prisoner's psychology. His wife abandons him. He finds himself alone facing the fate that haunts him. Zé Milagreiro, who is in the same prison, kills his time making ex-votos, wooden miracles commissioned by people wishing to fulfill their promises. The anguish of imprisonment, João Miguel's tension, trembles in these pages. Work rebalances the prisoner. And with his murderous hand, he composes his handiwork with carnauba fiber.

João Miguel is a novel of frustration and anguished waiting. It's a social novel with a penetrating depth of psychological analysis. Rachel recreates prison life in a small rural town. There's a mix of fatalism, chance, and social injustice in this novel, which is a novel of human loneliness and, at the same time, a denunciation and a protest.

ISBN978-655-847-080-9
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade9 mm
Lançamento13/06/2022
Páginas160
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786558470809
Rachel de Queiroz
Sobre o autor

Rachel de Queiroz

Marques Rebelo, pseudônimo de Edi Dias da Cruz, foi jornalista, poeta, contista, romancista e cronista. Nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de janeiro de 1907. Sua infância dividiu-se entre o bairro de Vila Isabel e a cidade mineira de Barbacena, para onde se mudou com a família aos 4 anos. Nunca lhe faltaram, no Rio ou em Minas, um terreno baldio para jogar futebol e livros para ler. No início dos anos 1920, ingressou na Faculdade de Medicina, que logo abandonou para se dedicar ao comércio em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda na década de 20, começou a escrever profissionalmente, no jornalismo. Marques Rebelo foi o romancista do Rio de Janeiro, herdeiro do amor pela cidade de Manuel Antônio de Almeida, Machado de Assis e Lima Barreto. Suas obras retratam as transformações dos anos de 1930 a 1960, a vida noturna, a boemia e a sensualidade, uma deliciosa crônica das ruas, dos bondes, da pequena burguesia. Em 1964 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Marques Rebelo faleceu a 26 de agosto de 1973, no Rio de Janeiro, que tanto amou.

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