Saint Bernard and Caetés

Saint Bernard and Caetés

(2 in 1 – pocket edition)
R$ 34,90
R$ 34,90
ou 3x de R$ 11,63
Sinopse

Two great hits by Graciliano Ramos.

Saint Bernard: Like the arid and unforgiving landscape of the Northeastern backlands, this narrative relies only on the essentials. For the author, the world holds no charm; the landscapes are merely landmarks among which the characters move. This raw, stripped-down language is strongly present in this work, which has the power of a Brazilian rural tragedy and tells the story of Paulo Honório, a simple man who, driven by boundless ambition, ends up becoming a large landowner in the backlands of Alagoas and marries Madalena to obtain an heir. Unable to understand the humanitarian perspective through which the woman sees the world, he tries to nullify her with his authoritarianism. With this character, Graciliano paints the life and character of a rude and selfish man, of the power game and the emptiness of loneliness, where there is no room for friendship or love.

Caetés: Graciliano Ramos's first novel, Caetés, was initially published in 1933. João Valério, the main character, introverted and imaginative, falls in love with Luisa, the wife of Adrião, the owner of the commercial firm where he works. The affair is exposed in an anonymous letter, leading the betrayed husband to commit suicide. Repentant, João Valério leaves Luisa, but remains a partner in the firm.

ISBN978-857-799-293-5
Tradutor
Altura180 mm
Largura120 mm
Profundidade13 mm
Lançamento16/09/2010
Páginas350
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R$ 34,90
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Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem teve quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros, companheira até o fim da vida e mãe de seus outros quatro filhos; e foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios — cargo a que renunciou, em 1930, dois anos após a posse. Poucos meses depois, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial de Alagoas, mas pediu demissão em dezembro de 1931. Em 1933, publicou seu romance de estreia, Caetés. No mesmo ano, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em 1934, publicou seu segundo romance, S. Bernardo. Em março de 1936, foi preso, em Maceió, sem acusação formal, sob a alegação de que seria comunista. Passou por várias prisões em Maceió e Recife. Seguiu no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde ficou quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publicou o romance Angústia. Ao sair do cárcere, morou no Rio de Janeiro com a família. Iniciou a publicação de alguns contos no jornal argentino La Prensa, entre eles “Baleia”, que faria parte da edição de Vidas secas, lançado em 1938. Ao completar 50 anos, recebeu o Prêmio Felipe de Oliveira pelo conjunto da obra. Em 1945, filiou-se ao Partido Comunista a convite de Luís Carlos Prestes. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça ― como era carinhosamente chamado ― faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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