The knife in the heart

The knife in the heart

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Sinopse
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In A faca no coração , the short story writer from Curitiba shows that human dramas are truly invariable.

"Here, Dalton Trevisan creates twenty-two short stories, within his artistic reality . Characters, dramas, tragedies, the pathetic and the sensitive. Human nature, a reflection and reference in the world of creation, is multifaceted, if art weren't a labyrinth of mirrors in search of its truth . Dalton Trevisan works in his laboratory . An alchemist, he shapes his "monsters," cuts their flesh with fire and iron—the knife to the heart—to resolve their innards.

In this dark world of exceptional cases, the erotic could not be absent, but in Dalton Trevisan the erotic is measured, sometimes sublimated, or sometimes just a farce that can reach hilarity.

In addition to the economy of means, the synthesis of language, and the cross-cutting of dialogue and narrative, Dalton Trevisan develops the temporal concretion or chronological cut, which is highly effective in the reduced (material) space of the short story. Although not a new aspect of his work, the author now decisively embraces the experimental, the research, and even certain "hermetic" resources of his process work satisfactorily, benefiting from a climate in which reality and fable intersect. – Assis Brasil

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ISBN978-850-101-540-2
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade8 mm
Lançamento01/11/1979
Páginas144
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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The knife in the heart