Alexander and other heroes

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Sinopse
Alexander and Other Heroes brings folk stories about heroes and greatness - all of them implausible. Graciliano Ramos unites the real with the imaginary, leaving it up to the reader to demarcate the border between other territories. "Writing should be done the same way the washerwomen of Alagoas do their work. They begin with a first wash, wetting the dirty clothes by the lake or stream, wringing the cloth, wetting it again, and wringing it again. They add indigo, soap it, and wring it once, twice. Then they rinse it, wet it again, this time pouring the water by hand. They beat the cloth on a clean slab or stone, and wring it again and again, wringing it until no water drips from the cloth. Only after all this is done do they hang the washed clothes on a line or clothesline to dry. For anyone who dares to write should do the same. Words were not made to adorn, to shine like false gold; words were made to speak."
ISBN978-850-105-676-4
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade15 mm
Lançamento17/09/2003
Páginas240
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Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem teve quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros, companheira até o fim da vida e mãe de seus outros quatro filhos; e foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios — cargo a que renunciou, em 1930, dois anos após a posse. Poucos meses depois, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial de Alagoas, mas pediu demissão em dezembro de 1931. Em 1933, publicou seu romance de estreia, Caetés. No mesmo ano, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em 1934, publicou seu segundo romance, S. Bernardo. Em março de 1936, foi preso, em Maceió, sem acusação formal, sob a alegação de que seria comunista. Passou por várias prisões em Maceió e Recife. Seguiu no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde ficou quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publicou o romance Angústia. Ao sair do cárcere, morou no Rio de Janeiro com a família. Iniciou a publicação de alguns contos no jornal argentino La Prensa, entre eles “Baleia”, que faria parte da edição de Vidas secas, lançado em 1938. Ao completar 50 anos, recebeu o Prêmio Felipe de Oliveira pelo conjunto da obra. Em 1945, filiou-se ao Partido Comunista a convite de Luís Carlos Prestes. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça ― como era carinhosamente chamado ― faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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