Anguish

Anguish

Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501115942
Sinopse

The only edition authorized by the Graciliano Ramos Institute, where part of the royalties go to the NGO Inoccence Brasil. One of the most important Brazilian novels of the 1930s.

Originally released in 1936 and presented here with a new graphic design, Angústia stars Luís Silva, a civil servant from Maceió who leads a mediocre and largely emotionless life until the day he falls in love with Marina. Initially, the young woman shows some interest in the relationship and the material comfort marriage could provide, but she soon ends up leaving her fiancé for Julião Tavares, who is richer and more powerful. Overcome by jealousy and resentment, Silva becomes disturbed by the unfolding events and begins to follow Marina's life while dreaming of killing Julião.

Written in the first person, the novel has a non-linear temporal structure, following the narrator-character's stream of consciousness and bringing the reader closer to the feelings awakened by the conflicts experienced by Luís Silva.

ISBN978-850-111-594-2
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade19 mm
Lançamento12/02/2019
Páginas368
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501115942
Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem teve quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros, companheira até o fim da vida e mãe de seus outros quatro filhos; e foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios — cargo a que renunciou, em 1930, dois anos após a posse. Poucos meses depois, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial de Alagoas, mas pediu demissão em dezembro de 1931. Em 1933, publicou seu romance de estreia, Caetés. No mesmo ano, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em 1934, publicou seu segundo romance, S. Bernardo. Em março de 1936, foi preso, em Maceió, sem acusação formal, sob a alegação de que seria comunista. Passou por várias prisões em Maceió e Recife. Seguiu no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde ficou quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publicou o romance Angústia. Ao sair do cárcere, morou no Rio de Janeiro com a família. Iniciou a publicação de alguns contos no jornal argentino La Prensa, entre eles “Baleia”, que faria parte da edição de Vidas secas, lançado em 1938. Ao completar 50 anos, recebeu o Prêmio Felipe de Oliveira pelo conjunto da obra. Em 1945, filiou-se ao Partido Comunista a convite de Luís Carlos Prestes. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça ― como era carinhosamente chamado ― faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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