Conversations

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Sinopse

The only edition authorized by the Graciliano Ramos Institute, with a portion of the royalties going to the NGO Inoccence Brasil. A collection of interviews offering a comprehensive overview of Graciliano Ramos's personal life, artistic style, and politics.

Conversations brings together 45 texts of interviews, surveys, and testimonies that Graciliano Ramos gave to various news outlets throughout his intellectual career, from 1910 to 1952. The work also includes 19 stories (short anecdotal narratives), whose central figure is the author of Vidas secas (Dry Lives). Rigorously annotated and arranged in chronological order, the texts allow us to glimpse another Graciliano beyond the established image of a man so silent and averse to conversation. Conversations reveals the good-humored, friendly, and talkative side of the writer, who never hesitated to take direct and forceful positions on the key issues of his time.

Thiago Mio Salla is the organizer of Garranchos: unpublished texts by Graciliano Ramos, released by Record in 2012, and organized with Ieda Lebensztayn Cangaços, also by Graciliano, released in 2014.

ISBN978-850-140-433-6
Tradutor
Altura230 mm
Largura160 mm
Profundidade26 mm
Lançamento17/09/2014
Páginas420
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Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem teve quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros, companheira até o fim da vida e mãe de seus outros quatro filhos; e foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios — cargo a que renunciou, em 1930, dois anos após a posse. Poucos meses depois, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial de Alagoas, mas pediu demissão em dezembro de 1931. Em 1933, publicou seu romance de estreia, Caetés. No mesmo ano, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em 1934, publicou seu segundo romance, S. Bernardo. Em março de 1936, foi preso, em Maceió, sem acusação formal, sob a alegação de que seria comunista. Passou por várias prisões em Maceió e Recife. Seguiu no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde ficou quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publicou o romance Angústia. Ao sair do cárcere, morou no Rio de Janeiro com a família. Iniciou a publicação de alguns contos no jornal argentino La Prensa, entre eles “Baleia”, que faria parte da edição de Vidas secas, lançado em 1938. Ao completar 50 anos, recebeu o Prêmio Felipe de Oliveira pelo conjunto da obra. Em 1945, filiou-se ao Partido Comunista a convite de Luís Carlos Prestes. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça ― como era carinhosamente chamado ― faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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