Bread and blood

Bread and blood

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Sinopse
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Further exploring his immediate style, Dalton Trevisan brings together in Bread and Blood stories where resentment and bitterness spill over into human actions.

Dalton Trevisan's subject is situations in which people suddenly have the stunning realization that their flawed lives will never be better. Terrible moments of truth emerge and demand acceptance. Trevisan doesn't waste words, sketching the setting quickly but surely, poring over the characters' psyches, emphasizing them while proposing their irremediable alienation. The full scope of a bitter and frustrated life is suggested in a few pages. An unyielding focus on such intimate insights establishes a severe tone of dignity, even for the most immediate and petty human acts. This is first-rate fiction, in which enormous literary talent achieves what is even more important: a powerful imaginative compassion. – Bruce Allen , Library Journal

"In the context of Dalton Trevisan's stories, being a woman in Brazil is like living in hell. Seductress or victim are the only roles reserved for her. If she finds pleasure in sex, she is sinful or has been dragged by men to feel it, against their will. Brazilian men—embodied in Nelsinho, the vampire—are no better: they hate and adore women, condemned to pursue them relentlessly." – VIVIAN MERCIER , World

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ISBN978-850-103-185-3
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade7 mm
Lançamento01/03/1988
Páginas128
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

Dalton Trevisan é considerado um dos mais importantes contistas da literatura brasileira contemporânea. Nasceu em Curitiba, em 1925, e se formou como advogado pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná). Ainda estudante, já publicava alguns contos em folhetos e, entre 1946 e 1948, fundou a revista Joaquim, um dos mais impactantes periódicos culturais do Paraná. Teve sua estreia oficial como escritor com a publicação da coletânea de contos Novelas nada exemplares, vencedora do Prêmio Jabuti de 1960. Venceu mais três Jabutis, além de outros prêmios igualmente importantes, como o Prêmio Machado de Assis, o Prêmio da Biblioteca Nacional, o Portugal Telecom (atual Oceanos) e o Prêmio Camões, em 2012 (pelo conjunto da obra). Sua obra já foi adaptada para o cinema (A guerra conjugal, de 1975, com direção de Joaquim Pedro de Andrade) e para o teatro (em espetáculos dirigidos por nomes como Ademar Guerra, Marcelo Marchioro, Felipe Hirsch e João Luiz Fiani), e seus livros já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol e italiano.

Eloar Guazzelli, desde a década de 1980, vem construindo uma trajetória extremamente criativa como ilustrador, quadrinista e diretor de arte para animação. Gaúcho, natural de Vacaria (1962), viveu por trinta e oito anos em Porto Alegre, vinte em São Paulo e, desde 2021, reside em Florianópolis com a esposa e os filhos. Tem desenhado capitais do sul e do sudeste. Uma de suas obsessões é roteirizar obras literárias. Começou com Um apólogo, de Machado de Assis (1992) e nunca mais parou: Demônios (2010), de Aluísio de Azevedo; Vidas secas (2015), de Graciliano Ramos; Amar, verbo intransitivo (2017), de Mário de Andrade; Grande sertão: veredas (2021), de Guimarães Rosa; e O pagador de promessas (2009) e O Bem-amado (2023), de Dias Gomes. De Monteiro Lobato, ilustrou sete livros, entre eles Memórias de Emília (2016) e Reinações de Narizinho (2016). De autores estrangeiros, já ilustrou A árvore dos desejos (2009), de William Faulkner; Pawana (2009), de J.M.G. Le Clézio; e Um dia de chuva (2009), de Eça de Queiroz. Destaque para Kaputt (2014), de Curzio Malaparte, livro predileto de seu pai.

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