Crazy virgin, crazy kisses

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Sinopse
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Further exploring his immediate style, Dalton Trevisan brings together in Bread and Blood stories where resentment and bitterness spill over into human actions.

Dalton Trevisan's subject is situations in which people suddenly have the stunning realization that their flawed lives will never be better. Truly terrifying moments emerge and demand acceptance. Trevisan doesn't waste words, quickly but surely sketching the setting, poring over the characters' psyches, emphasizing them while proposing their irremediable alienation. The full scope of a bitter and frustrated life is suggested in just a few pages. An unyielding focus on such intimate insights establishes a severe tone of dignity, even for the most immediate and petty human acts. This is first-rate fiction, in which enormous literary talent achieves what is even more important: a powerful imaginative compassion. – Bruce Allen, Library Journal

"In the context of Dalton Trevisan's stories, being a woman in Brazil is like living in hell. Seductress or victim are the only roles reserved for her. If she finds pleasure in sex, she is sinful or has been dragged by men to feel it, against their will. Brazilian men—embodied in Nelsinho, the vampire—are no better: they hate and adore women, condemned to pursue them relentlessly." – Vivian Mercier, World

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ISBN978-850-101-567-9
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade7 mm
Lançamento01/10/1979
Páginas128
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Sobre o autor

Dalton Trevisan

No dia 14 de junho de 1925, nasce Dalton Trevisan. Em Curitiba, é claro. A mesma Curitiba em que cresce e ganha a fama de "vampiro". A mesma Curitiba que eternizou em tantos contos - e que, justamente por isso, tem com ele um débito eterno. A mesma Curitiba cheia de mistérios. O próprio escritor é um deles: para se conceber um histórico de Trevisan, é preciso a habilidade das cerzideiras, cosendo retalhos aqui e ali, em uma ou outra reportagem, nas antigas e raras entrevistas. Formado em Direito, exerceu a função de repórter policial e crítico de cinema. Um acidente com o forno de uma olaria, em 1945, quase lhe tira a vida. Trevisan foi internado com fratura de crânio, mas se recuperou para editar, a partir do ano seguinte, a revista Joaquim, que duraria até 1949. Em 1950, o escritor vai para a Europa. Casa-se em 1953, tornando-se pai de duas filhas. Escondeu-se no anonimato para vencer um concurso de contos no Paraná, em 1968. Gosta de filmes de bangue-bangue e de passear pelas ruas da capital paranaense. Já teve livros traduzidos para diversos idiomas, como o inglês, o espanhol e o italiano. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de TV. No Brasil, alguns textos foram adaptados para o cinema e a TV. Seus livros são editados pela Record desde 1978. Durante anos, seus livros ganharam identidade visual criada pelo artista gráfico Poty. Depois, a parceria mudou: figuras em nanquim do dadaísta alemão George Grosz, resgatadas da Berlim do tempo da república Weimar, dão o tom apocalíptico que os escritos de Trevisan foram assumindo.

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